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9.ª Força de Reação Rápida Portuguesa na República Centro-Africana, ao serviço das Nações Unidas, regressou à base após 1 mês de operações na região de Bocaranga. Face à situação de tensão existente nesta região, com relatos de movimentos de elementos afetos ao Grupo Armado 3R (Regresso, Reclamação, Reconciliação), a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA) lançou uma operação, com a finalidade de garantir a proteção de civis, a liberdade de movimentos e criar condições para um ambiente estável e seguro nesta região. Após a chegada à base operacional temporária em BOCARANGA, a cerca de 500 km de Bangui, a força portuguesa, que se constitui como Força de Reação Rápida da MINUSCA, estabeleceu contacto com algumas Organizações Não Governamentais (ONG) que enfrentavam problemas de liberdade de movimentos devido à insegurança sentida na região, que as impedia de prestar auxílio à população local neste setor Oeste do país, e encetou esforços no sentido de efetuar uma avaliação da situação securitária na região. Durante a operação, a Força de Reação Rápida realizou ações de reconhecimento aéreo, com o apoio de helicópteros do Grupo de Aviação do Bangladesh e de Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven”, do Exército Português, que contribuíram para a recolha de informação sobre, entre outros, a presença e movimentação dos Grupos Armados. A Força Portuguesa realizou, ainda, patrulhas de segurança terrestres, em KOUI, MANN, BANG, NGOUNDAY, NDIM e BOUAR, que permitiram, não só demonstrar a presença das forças da MINUSCA nestas regiões, como garantir a liberdade de movimentos da população e das ONG, nas quais estabeleceu contacto com a população local, verificando as suas condições de segurança e recolhendo informação sobre eventuais ameaças. Este conjunto de operações e tarefas valeram o agradecimento por parte da “United Nations Office for the Coordination of Humanitarians Affairs (OCHA)”, entidade responsável pelas questões humanitárias, que deu ênfase ao contributo operacional da força portuguesa, decisivo para a autorização da projeção de dez camiões de mantimentos da “World Food Programme (WFP)”, em apoio à população da região de BOCARANGA. Durante este período, a 9ª Força Nacional Destacada realizou duas ações de Cooperação Civil Militar (CIMIC) na cidade de BOCARANGA. Uma com o objetivo de distribuir artigos de saúde, disponibilizados pela força portuguesa, num hospital que serve as regiões de BOCARANGA, KOUI e NGAOUNDAYE, e outra com o objetivo de distribuir roupas de criança e artigos escolares numa escola da região, nomeadamente, artigos doados pela ONG “Dress a Girl” e pelo Basket Clube de Tomar. A força portuguesa encontra-se agora a cumprir o período de regeneração, o qual visa o restabelecimento de todas as capacidades da força, quer ao nível dos equipamentos e materiais, quer ao nível dos seus militares. Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e contribuiu para o estabelecimento de um ambiente estável e seguro na região de Bocaranga. Esta é a 9.ª Força Destacada neste teatro de operações, sendo o atual contingente composto por 180 militares, maioritariamente do 1.º Batalhão de Infantaria Paraquedista do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea. “QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM”!