У нас вы можете посмотреть бесплатно Trekking Lençóis Maranhenses - Ep 3 - Betânia a Queimada dos Britos - Parte 2 или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
A travessia a pé do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses abrange cerca de 70 km entre sensacionais dunas repletas de lagos, rios, restingas, aves, vilarejos remotos e praias. Apesar da certa escassez hídrica, em parte dos lençóis havia água suficiente para cobrir a cintura, ainda que fosse fim de setembro – já estando na estação seca há alguns meses. A aparência desses não poderia ser mais bela. Em uma dessas lagoas mais fundas, nadamos, mas não havia muito o que ver abaixo d’água. Quanto à biodiversidade, havia vegetação aquática, insetos e dezenas de espécies de aves, como esse trinta-réis-grande (Phaetusa simplex), que passou um tempo nos acompanhando e gritando. Os problemas se acentuaram quando as bolhas se formaram nos dedos dos pés de ambos trilheiros, devido ao atrito excessivo nas dunas, piorado por estarmos fazendo o percurso contrário ao vento. Foi um dia longo e cansativo. A alimentação ao longo desses dias foi à base de barrinhas de cereal e proteína. Para beber, usamos a própria água dos lençóis filtrada por nossos filtros portáteis. Caso não tivéssemos nem pastilhas de cloro para desinfecção, cavar um poço raso bem ao lado de algum lençol já ajudaria a reter parte das impurezas. Essa questão do tratamento da água (associada ao sol) foi decisiva no episódio da série Largados e Pelados gravada ali mesmo nos Lençóis Maranhenses. Enfim, com o sol já se pondo, adentramos a Queimada dos Britos (e Paulos). Quando vi o primeiro cajueiro, não desperdicei seus frutos adocicados e pungentes. Passamos por um campo com crianças jogando bola, até chegarmos à casa do simpático e idoso Masur, onde descansamos, após mais de 18 quilômetros. Assim como o resto do “oásis”, é bem simples, tanto que a energia solar alimenta pouco mais que lâmpadas. Como calculamos mal a quantia de dinheiro (e não havia onde sacar no caminho ou pagar com cartão), não iríamos ter como jantar na casa. No entanto, a família nos ofereceu um baita peixe pescado naquele dia no mar, sem nos cobrar nada! Satisfeitos, batemos um bom papo com eles e com o casal de maracanã-pequena (Diopsittaca nobilis) que foi uma atração à parte. Mais informações em: https://rediscoveringtheworld.com/par...