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Ez 18, 21-28 | Sl 129 | Mt 5, 20-26 A liturgia desta sexta-feira da Quaresma nos confronta com a urgência da responsabilidade pessoal e a profundidade da justiça divina, que supera a mera observância de leis. Na primeira leitura, o profeta Ezequiel desmonta a ideia de uma culpa hereditária ou de um destino fatalista. Ele enfatiza que cada indivíduo é responsável por suas próprias escolhas diante de Deus. A mensagem central é de esperança e possibilidade de mudança: o passado de pecado não condena definitivamente aquele que se arrepende e pratica a justiça, assim como o passado de justiça não garante a salvação daquele que se desvia para o mal. Deus declara explicitamente que não sente prazer na morte do ímpio, mas deseja ardentemente a sua conversão e vida. O Salmo 129, o "De Profundis", é o grito da alma que, do abismo de sua própria miséria e pecado, reconhece a impossibilidade de subsistir diante do julgamento divino se não fosse pela misericórdia. É uma prece de humilde confiança no perdão de Deus, que gera um temor reverente e uma espera esperançosa pela redenção, que é copiosa no Senhor. No Evangelho, Jesus radicaliza o conceito de justiça, indo muito além do cumprimento externo da Lei, como faziam escribas e fariseus. No Sermão da Montanha, Ele ensina que o mandamento "não matarás" não se restringe ao ato físico do homicídio, mas alcança as raízes da violência no coração humano: a cólera, o insulto e o desprezo pelo irmão. Jesus estabelece uma conexão inseparável entre o culto a Deus e a fraternidade humana. A reconciliação com o irmão não é apenas um conselho ético, mas uma pré-condição indispensável para que a oferenda no altar seja agradável a Deus. A urgência de "entrar em acordo sem demora" enquanto estamos a caminho sublinha que o tempo da misericórdia é o agora, e que adiar a reconciliação é arriscar-se ao rigor do juízo divino. Assim, a verdadeira justiça que nos introduz no Reino dos Céus é aquela que purifica o coração de todo ressentimento e busca ativamente a paz com o próximo.