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POR QUE, QUANTO MAIS MADUROS FICAMOS, MENOS TOLERAMOS O QUE ANTES ACEITÁVAMOS? Existe uma mudança silenciosa que acontece com o tempo. Ela não vem com alarde, nem com ruptura externa. Ela acontece por dentro. Chega um momento da vida em que aquilo que antes era “normal” começa a pesar. Conversas vazias cansam. Ambientes barulhentos esgotam. Relações desequilibradas deixam de ser suportáveis. E muitas pessoas se perguntam: “Será que estou ficando difícil?” “Será que estou intolerante?” “Será que estou mudando demais?” Na verdade, não. Você está amadurecendo. A maturidade não nos torna mais duros. Ela nos torna mais conscientes. E consciência dói — porque ela revela o que antes era suportado por falta de escolha, não por amor. Quando somos mais jovens, toleramos muito porque ainda estamos aprendendo quem somos. Confundimos adaptação com submissão. Confundimos paciência com autoabandono. Confundimos convivência com sobrevivência emocional. Com o tempo, algo muda: o corpo começa a avisar. A mente começa a cansar. E a alma começa a pedir verdade. Aquilo que antes você aceitava, hoje te adoece. Não porque ficou pior, mas porque você ficou mais inteiro. A maturidade ensina que nem tudo precisa ser explicado, nem toda relação precisa ser mantida, nem todo convite precisa ser aceito. Ela mostra que paz não é ausência de conflito externo, mas coerência interna. Quando você amadurece, passa a perceber o custo invisível de se adaptar demais. O preço de engolir palavras. De silenciar limites. De permanecer em lugares onde você precisa diminuir para caber. E então você escolhe diferente. Não por orgulho. Mas por saúde. Não por frieza. Mas por respeito próprio. Por isso, quanto mais maduros ficamos, menos toleramos o que antes aceitávamos. Porque amadurecer é parar de negociar com aquilo que nos desorganiza por dentro. Maturidade não afasta pessoas boas. Ela afasta excessos, ruídos e relações sustentadas apenas pela culpa. E se hoje você percebe que tem menos paciência para certas situações, talvez não seja dureza. Talvez seja finalmente clareza. Clareza de que a sua paz custa caro demais para ser trocada por aprovação. Clareza de que você não precisa mais se explicar para caber. Clareza de que respeitar a si mesmo não é egoísmo — é responsabilidade emocional. Se isso fez sentido para você, talvez seja o sinal de que você não está ficando difícil. Você está ficando verdadeiro