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Essa é considerada a pergunta mais fundamental que um ser humano pode fazer. Leibniz a formulou no século XVII. Heidegger abriu seu livro mais importante com ela. Hawking dedicou as últimas páginas de "Uma Breve História do Tempo" a ela. Nenhum deles respondeu. Feynman também não. Mas ele fez algo que nenhum deles fez: em vez de tentar responder, desmontou a pergunta. Ele mostrou que dentro de "por que existe algo em vez de nada?" existem pelo menos três pressupostos escondidos que quase ninguém examina. O primeiro assume que o nada é o estado natural, quando nenhuma equação da física diz isso. O segundo assume que "nada" é um conceito coerente, quando a física quântica mostrou que o vácuo fervilha com atividade e o nada absoluto pode ser fisicamente impossível. O terceiro assume que toda existência precisa de causa, quando no nível quântico eventos acontecem sem causa determinística. Neste vídeo: por que Feynman desconfiava dessa pergunta desde o início, como Parmênides, Tomás de Aquino, Leibniz e Lawrence Krauss tentaram responder e por que todas as respostas apenas deslocam o problema, o fato extraordinário de que a matéria do universo se organizou em algo capaz de perguntar por que existe, por que o vácuo quântico prova que o nada não é nada (e o efeito Casimir que confirma isso), por que Feynman colocava o multiverso e Deus na mesma prateleira de coisas que não podem ser testadas, e a quarta posição que ele propunha — mais difícil que qualquer resposta e mais honesta que qualquer certeza. — 📚 BIBLIOGRAFIA: 📖 "The Meaning of It All: Thoughts of a Citizen-Scientist" R. Feynman — Perseus Books, 1998 📖 "The Character of Physical Law" R. Feynman — MIT Press, 1965 📖 "Surely You're Joking, Mr. Feynman!" R. Feynman — W. W. Norton, 1985 📖 "The Feynman Lectures on Physics" — Vol. I R. Feynman, R. Leighton, M. Sands — 1965 📖 "QED: The Strange Theory of Light and Matter" R. Feynman — Princeton University Press, 1985 🔬 Complementares: Leibniz — "Princípios da Natureza e da Graça Fundados na Razão" (1714), Heidegger — "Introdução à Metafísica" (1935), Hawking — "Uma Breve História do Tempo" (1988), Krauss — "Um Universo Que Veio Do Nada" (2012), Tomás de Aquino — "Suma Teológica" (~1270), Parmênides — "Sobre a Natureza" (~475 a.C.), Casimir — "On the Attraction Between Two Perfectly Conducting Plates" (1948).