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A Anvisa autorizou o início da pesquisa clínica de uma substância que se mostrou promissora no tratamento de lesões na medula espinhal. A descoberta é 100% brasileira. Os estudos vão avaliar a segurança da aplicação da substância em seres humanos. O medicamento se baseia na polilaminina, uma molécula extraída da placenta humana, capaz de regenerar neurônios e ajudar na recuperação de funções motoras perdidas após lesões na medula espinhal. A pesquisa foi comandada por mais de 25 anos por cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em testes iniciais, oito pacientes foram submetidos ao experimento, e seis apresentaram melhora significativa, especialmente quando a substância foi aplicada logo após o trauma. Um dos casos é o do bancário Bruno Drumond, que em 2018 sofreu um acidente de carro, teve lesão na medula e ficou tetraplégico. Ele recebeu a substância em menos de 24 horas após o acidente e teve uma recuperação considerada surpreendente. “Esse tipo de estudo faz com que a gente possa, cada vez mais, trabalhar o fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação”, afirmou Caroline Alves, presidente da Faperj. A fase um dos estudos clínicos vai acompanhar cinco pacientes, entre 18 e 72 anos, com trauma recente de até 72 horas e indicação cirúrgica. A Anvisa quer identificar possíveis efeitos adversos. Dependendo dos resultados, a polilaminina ainda precisará passar por outras duas etapas antes do registro. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou esperar “resultados positivos” para, no futuro, avaliar a incorporação da substância ao SUS. ➡️ Acompanhe mais notícias em nosso site oficial: https://noticias.r7.com/jr-na-tv Nosso Whatsapp: https://jornaldarecord.r7.com/whatsapp Inscreva-se no canal Jornal da Record: http://r7.com/mYfx Assista às íntegras no RecordPlus: https://descubra.recordplus.com/ Instagram: / jornaldarecord Twitter: / jornaldarecord Threads: https://www.threads.net/@jornaldarecord TikTok: / jornaldarecord Facebook: / jornaldarecord #JornaldaRecord #Jornalismo #RECORD