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Até hoje só escutei “síndrome da impostora” assim no feminino. Para as mulheres. E quanto mais diversas somos, mais comum é a pronúncia: “eu me sinto uma impostora”. O conceito foi criado nos anos 1970 para falar de mulheres e suas inquietações no mundo do trabalho. Um detalhe: não no mundo do trabalho da faxina, dos supermercados ou das cozinhas. Aí sempre estiveram as multidões de mulheres do mundo quase que em um estado natural das coisas. Síndrome da impostora passa a circular quando as mulheres, inicialmente brancas, passaram a chegar em postos de poder antes apenas dominado por homens. O conceito foi cunhado primeiro como um fenômeno—essa mistura de sentimentos que levam às perguntas sobre inadequação e capacidades para executar tarefas que outros, supostamente, se sentem à vontade. Na vida acadêmica, a expressão corre solta entre novas gerações de mulheres diversas que chegam à pós-graduação: mulheres negras, indígenas, com deficiência, pessoas trans. Há um equívoco de alvo no uso do conceito para falar de nós e nossas experiencias de inadequação: não somos nós o problema, mas as estruturas de poder. Se continuarmos falando “eu me sinto uma impostora”, o problema, falsamente, passa a ser de cada uma de nós. E não é. Estamos falando de gentes com habilidades, sensibilidades e potencialidades incríveis, mas que sofrem com estruturas que não as oferecem boas vindas. É sobre estruturas a nossa conversa, e não sobre pessoas. A solução? Mudar a forma como falamos desses sentimentos de inadequação. Não é sobre patologização individual; é sobre o coletivo que nos antecede. “Me forçam a sentir-me uma impostora”, “Duvidam de minhas contribuição”. Mudemos o sujeito do discurso. Mas há mais: só conseguiremos reverter essas estruturas de opressão se colonizarmos os espaços de poder com corpos diversos. Recomendo uma boa leitura abaixo. https://hbr.org/2021/02/stop-telling-...