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Vem aí a Imersão em Esquizoanálise, nos dias 04 e 05 de julho às 19 horas! Se inscreva através do link abaixo: https://www.escolanomade.org/imersao-... Nós geralmente confundimos presença com consciência, mas, na verdade, a presença é a presença da potência, das tendências, das forças, dos afetos, mais do que a consciência que eu posso, sim, afirmar que ela é sempre retardada. Ela sempre chega atrasada. Quando a consciência se apresenta, o acontecimento já aconteceu. A consciência é feita de efeitos, é feita de acontecidos. Haveria uma outra consciência? Sim, posso dizer que sim. Porque o que é a consciência? Ela é sempre resultado, ela é ideia da ideia, mas eu posso ter a ideia do que está acontecendo. Uma resultante do que está em acontecimento, e não do que já aconteceu. Então eu teria uma consciência de fluxos. (...) Os fluxos são derivações da potência. É a potência em fluxo, a potência em ato, a potência em diferenciação. Isso tem que estar à frente, e não os estados corporais que são acontecidos disso. Então é uma espécie de limpeza da superfície. Deixar a superfície lisa. Tirar essas estrias, mas como você deixa a superfície lisa – que seria a zona de passagem? Sem, ao mesmo tempo, submeter os estados corporais do movimento, os estados extensos do movimento? Não deixar que estado extenso do movimento tome o lugar dos estados intensivos ou dos fluxos intensivos. Então: “Ah, como se faz isso?”. Na experimentação. E como se experimenta? Encontrando. Encontrando o quê? Um corpo encontra outros corpos. Mas o que é encontrar? Encontrar não é trombar. Geralmente a gente tromba mais do que encontra. Geralmente é isso o que acontece. Geralmente a gente até diz assim, “Ah, não, teve encontro”, aí fica aparando arestas, né? Tentando adequar. Por quê? Já tem algo estratificado dentro de si que pode até encontrar algo estratificado dentro do outro, dentro de um outro corpo. E esses encontros de zonas estratificadas no máximo eles se adequam, eles se conformam. Eles aparam as arestas e se organizam, mas eles não se compõem de verdade, porque eles vão precisar de uma forma que submeta a ambos. E isso é captura do corpo. Isso é capitulação do corpo. Para que o corpo não capitule, é preciso que ele encontre uma zona comum sem forma, uma zona comum que é uma razão de composição com outro corpo. Então a relação que o constitui deve se compor com a relação que constitui o outro corpo. Deve ter uma zona comum que não é uma verdade, uma forma comum, mas é uma afirmação comum. Uma dupla afirmação. No encontro, você afirma o seu corpo e, ao mesmo tempo, o corpo que você está encontrando. E mais: você afirma um terceiro corpo que se forma nesse encontro, nesse acoplamento. Então aqui você tem uma chamada para o desejo sair da zona morna, “Ah, não sei bem o que é o meu desejo”, “Não sei bem como ele se apresenta”. Ele já está lá se apresentando. E ele vai sendo convocado, invocado a se apresentar de modo íntegro, de modo inteiro, trazendo toda a potência que o envolve – ou é envolvida por ele, melhor dizendo. Toda potência envolvida por ele. E aí você tem o quê? Você tem o nascimento de um jogo. Você tem uma relação de composição lúdica. Você tem a formação de um terceiro corpo no encontro com outro. E assim você amplia a potência, e se preenche de intensidade e produz mais corpo sem órgãos, mais corpo intensivo. Então aqui é uma linha de experimentação do corpo. Com a arte das doses. O que seria a arte das doses? Na experimentação… a experimentação envolve um aprendizado, já que não tem o conhecimento prévio. Eu não sei o que o outro corpo pode, nem mesmo o meu corpo no encontro com outro corpo. Então eu tenho que ter prudência. Eu tenho que exercer a arte das doses. E não sem o investimento no aprendizado. O que é o aprendizado? É a apreensão das relações constitutivas de cada corpo. E as do meu corpo, que crescem nesse encontro. Eu vou aprendendo a me relacionar e me continuar. Eu vou criando uma memória. Eu vou criando uma condição de continuidade e de retomada dessa experimentação. Eu conquisto a experiência. Eu crio uma força em mim. Então não é experimentar “Ah, fazer o que na vida? Ah, vamos experimentar, já que não tem nada o que fazer mesmo. Vamos experimentar”. Não. Eu estou experimentando aqui e produzindo realidade. Estou produzindo valor. Estou criando eternidade na existência. Vem aí a Imersão em Esquizoanálise, nos dias 04 e 05 de julho às 19 horas! Se inscreva através do link abaixo: https://www.escolanomade.org/imersao-... Livro "Saúde, Desejo e Pensamento": https://a.co/d/5d0hCAF Veja também os conteúdos que disponibilizo através do: Instagram: / luizfuganti Facebook: / filosofoluizfuganti Spotify: https://podcast.escolanomade.org Site: https://www.escolanomade.org/