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Tese Central: O Japão abandona a dependência dos EUA, não para ser uma arma contra a China, mas para formar com ela e a Coreia do Sul um bloco econômico-tecnológico unificado, tornando a influência americana irrelevante. Lógica da Transformação: 1. Divórcio Japonês-Americano: Sentindo-se extorquido e traído pelos EUA, o Japão busca autonomia estratégica, rejeitando o papel de cão de guarda americano. 2. Estratégia de Hedging do Japão: Criação de quase-alianças (Reino Unido, Austrália) para diversificar as opções de segurança, reduzindo a dependência de Washington sem violar sua constituição pacifista. 3. Integração Econômica Liderada pela China: A China, agora uma potência tecnológica, usa o RCEP (maior bloco comercial do mundo) para criar uma fortaleza econômica regional, imune ao desacoplamento ocidental. 4. Convergência Japão-China: A união da precisão japonesa (máquinas de chips, químicos) com a escala chinesa (mercado, produção) cria uma cadeia de suprimentos autossuficiente e inatacável, uma bomba econômica contra sanções. Resume a transformação geopolítica na Ásia Oriental, focando na busca do Japão por autonomia e na estratégia de integração econômica da China. Afirmação Principal: O Japão está se divorciando da dependência dos EUA e, em vez de se tornar uma arma contra a China, está se unindo a ela e à Coreia do Sul para formar um bloco econômico e tecnológico unificado, tornando a influência americana na Ásia irrelevante. Lógica: 1. Desencanto Japonês com os EUA: O Japão, sentindo-se extorquido e traído pelos EUA (ex: tarifas e investimentos forçados), viu o apoio aos EUA despencar. O novo nacionalismo japonês, liderado por Sanae Takahichi, busca o divórcio da América, não ser seu cão de guarda. 2. Estratégia de Hedging do Japão: O Japão está implementando uma estratégia de hedging (proteção) para reduzir a dependência exclusiva de Washington. Isso envolve a criação de quase-alianças militares (AHA, ACESA, GES/MA) com países como Reino Unido, Austrália e Filipinas, permitindo-lhes construir uma presença multilateral e opções de segurança que não dependem da permissão dos EUA, sem violar sua cláusula pacifista. 3. Ascensão Econômica da China e Integração Regional: A China transformou-se de fábrica do mundo para líder em tecnologias avançadas (5G, drones, ferrovias de alta velocidade), impulsionada por alta intensidade de capital, um vasto mercado interno e foco em indústrias emergentes. O RCEP (Parceria Econômica Abrangente Regional), fortemente apoiado pela China, é o maior bloco comercial do mundo e serve como um escudo contra tentativas de desacoplamento ocidental, promovendo a estabilidade e integração econômica regional. 4. Convergência Japão-China: A verdadeira força reside na união impensável entre Japão e China. O Japão, com seu domínio em máquinas de ultra-precisão para fabricação de microchips e materiais químicos de alta pureza (upstream), e a China, com sua capacidade de escalar tecnologias e seu vasto mercado, formariam uma cadeia de suprimentos de circuito fechado (closed loop) inigualável. O Japão usaria seus semicondutores e tecnologia como um colete de explosivos econômicos para detonar a cadeia de suprimentos global se os EUA tentarem puni-los.