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🦸 O dia mais sombrio da DC Comics finalmente explicado! Em 1992, o impensável aconteceu — Superman, o herói mais icônico de todos os tempos, foi morto em combate. Mas quem foi capaz de fazer isso? DOOMSDAY — uma criatura de destruição pura, sem alma, sem compaixão, criada em Krypton apenas para eliminar o impossível. Neste vídeo você vai descobrir: ✅ A origem sombria de Doomsday ✅ Como foi a batalha final entre Superman e Doomsday ✅ Por que esse arco mudou os quadrinhos para sempre ✅ O impacto emocional e cultural dessa morte no mundo todo ✅ O que aconteceu DEPOIS da morte do Homem de Aço 📖 Um evento que vendeu MILHÕES de cópias e colocou o mundo em luto por um personagem fictício. Isso só prova o poder do Superman como símbolo da esperança humana. 🔔 Se inscreve no canal e ativa o sininho para não perder os próximos vídeos sobre o universo DC! ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ 🔎 TAGS / SEO: ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Superman, Morte do Superman, Doomsday, DC Comics, A Queda do Superman, Superman vs Doomsday, The Death of Superman, Doomsday origem, Superman 1992, quadrinhos DC, herois DC, universo DC, homem de aço, batalha épica quadrinhos, Superman morreu, arco morte superman explicado, doomsday krypton, DC história, quadrinhos explicados, superman luta final ━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━ Imagine acordar num dia comum. Você pega o jornal, liga a televisão, toma seu café... e a manchete que aparece na sua frente muda tudo. Superman está morto. Não. Isso não pode ser verdade. Superman não morre. Superman nunca morre. Ele é o símbolo de tudo que é invencível, tudo que é puro, tudo que protege a humanidade das sombras. Ele é a luz que nunca se apaga. Mas em novembro de 1992, a DC Comics fez o impensável. Matou o homem mais poderoso do universo. E o mundo, tanto dentro das páginas quanto fora delas, jamais foi o mesmo. Hoje vamos fundo nessa história. Vamos analisar a criatura que conseguiu o que nenhum vilão havia conseguido antes. Vamos reviver cada segundo da batalha mais brutal da história dos quadrinhos. Vamos entender o que acontece com a humanidade quando sua maior esperança desaparece. E vamos acompanhar o retorno mais esperado de todos os tempos. Fica comigo. Essa história merece cada segundo da sua atenção. Para entender o peso da morte do Superman, você precisa entender o que ele representava nos anos 90. O mundo real estava em turbulência. A Guerra Fria havia terminado, mas o medo não desapareceu junto com ela. A economia americana balançava. A violência urbana estava em alta. As pessoas buscavam algo em que acreditar, algo sólido, algo que não decepcionasse. E nos quadrinhos, Superman era exatamente isso. Clark Kent, o jornalista do Daily Planet em Metrópolis, era mais do que um herói. Era uma promessa. Uma promessa de que o bem sempre prevalece. De que existe alguém capaz de carregar o peso do mundo nos ombros sem se dobrar. De que a esperança não é ingenuidade, é força. Desde 1938, quando Jerry Siegel e Joe Shuster criaram esse imigrante de outro planeta que se tornava o maior defensor da Terra, Superman havia enfrentado guerras, invasões alienígenas, magos, ditadores e deuses. E sempre vencia. Sempre. A DC Comics sabia disso. E sabia que para criar um evento verdadeiramente histórico, precisava de algo que nenhum leitor esperava. Algo que chegasse sem aviso. Algo que destruísse a sensação de segurança que Superman representava. A solução tinha um nome. Doomsday. Antes de falarmos da batalha, precisamos falar do monstro. Doomsday não é um vilão comum. Ele não tem planos de dominação mundial. Não tem discursos sobre poder. Não tem motivação política ou pessoal. Doomsday é uma força da natureza. Pura. Bruta. Irrefreável. A origem dele é tão perturbadora quanto a criatura em si. Bilhões de anos atrás, num planeta chamado Krypton, muito antes da civilização que daria origem ao próprio Superman, um cientista chamado Bertron conduziu um experimento monstruoso. Ele queria criar o ser perfeito. O ser mais forte que jamais existiria. E o método que ele escolheu foi o mais cruel concebível. Bertron jogou um bebê no ambiente hostil e selvagem de Krypton primitivo. O bebê morreu. Bertron coletou os restos genéticos e criou um clone. Jogou o clone de volta. Ele morreu novamente. E assim por diante, durante décadas. Séculos, talvez. Cada vez que a criatura morria, ela retornava ligeiramente mais forte. Ligeiramente mais resistente à coisa que havia a matado antes. A evolução forçada através da morte repetida. Um ciclo infernal que durou até o ser que emergiu desse processo não ser mais reconhecido como algo que havia sido inocente. O ser desenvolveu um ódio instintivo por tudo que existia. Por tudo que respirava. Por tudo que vivia. Porque vida para ele era sinônimo de dor. Esse ser ficou conhecido como Doomsday. O Dia do Juízo Final. Depois de destruir Krypton, ele viajou pelo cosmos deixando um rastro de extinção. Planetas inteiros. Civilizações inteiras. Tudo apagado.