У нас вы можете посмотреть бесплатно Tozé - 12 - Voz do Povo или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Written, produced and composed by: @otoze / otoze Lyrics: Acorda cedo… Conta moedas… Respira fundo… E segue. O sol nasce igual todos os dias, Mas o bolso acorda sempre menor. O café custa mais que ontem, E o futuro pesa como dor. Trabalha-se horas que não contam, Promessas ficam por cumprir. O salário some em silêncio, Antes sequer de se ouvir. A renda sobe sem pedir licença, A conta chega antes do fim do mês. Entre o gás, a luz e a comida, Escolhe-se o que falta desta vez. Dizem “é crise”, dizem “é normal”, Mas o esforço nunca é dividido. Quem carrega o país às costas É sempre o mesmo esquecido. E lá em cima, longe do chão, Decidem sem nunca sentir… É o peso do dia, No peito da nação. Trabalhar para sobreviver Já não é viver, é prisão. Impostos sem medida, Promessas sem valor. Pagamos tudo em silêncio, Enquanto outros vivem melhor. Há quem conte trocos no supermercado, Há quem conte lucros no gabinete. Há discursos cheios de palavras, Mas vazios quando a conta aperta. O imposto cresce como sombra, Sobre quem já não tem mais. Dizem que é lei, dizem que é justo, Mas justiça não pesa igual. Reformas que não chegam ao fim do mês, Jovens presos a salários de ontem. Trabalhar muito, sonhar pouco, É o novo retrato do homem. E quem pergunta “porquê?” É chamado de exagero. Mas viver sempre no limite Não é escolha, é desespero. E o povo aguenta, resiste, Mas começa a despertar… É o peso do dia, No peito da nação. Trabalhar para sobreviver Já não é viver, é prisão. Impostos sem medida, Promessas sem valor. Pagamos tudo em silêncio, Enquanto outros vivem melhor. Não é inveja… É cansaço. Não é ódio… É verdade. Queremos dignidade no prato, E respeito no amanhã. Não pedimos luxo, Só equilíbrio. Não pedimos favores, Só justiça. É o peso do dia, Na voz de quem não cala. Um país não vive de discursos, Vive de quem trabalha. Se o futuro tem preço, Que não seja o da alma. Portugal não é um imposto, É gente que luta e não falha. Ainda estamos aqui… Cansados… Mas de pé.