У нас вы можете посмотреть бесплатно Parte 3: Ética de Spinoza. A origem e a natureza dos afetos. Refletindo Spinoza e Nietzsche. или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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Neste vídeo, compartilho algumas reflexões sobre a Parte 3 da Ética de Spinoza — aquela em que ele fala dos afetos, das emoções e de como tudo isso influencia nossa forma de viver e se relacionar. A ideia aqui não é complicar, mas trazer clareza: entender o que sentimos, por que sentimos e como podemos lidar melhor com tudo isso. Spinoza nos mostra que nossos afetos não são inimigos, mas pistas sobre o que nos fortalece ou enfraquece. Na Ética, Spinoza define o homem livre como aquele que age por necessidade interna, guiado pela razão. Para ele, liberdade não é livre-arbítrio, mas autonomia racional — agir segundo a essência da própria natureza, compreendendo as causas dos afetos. O homem livre não é movido por paixões passivas, mas por afetos ativos, que surgem do conhecimento adequado de si e do mundo. Ele busca a beatitudo (bem-aventurança), um estado de alegria duradoura que nasce da união com a natureza e com Deus (entendido como a própria Natureza). Nietzsche, por sua vez, vê o homem livre como aquele que rompe com os valores morais herdados e afirma sua própria vontade de potência. A liberdade está em criar seus próprios valores. O homem livre não se limita a seguir normas externas ou ideais transcendentes; ele é o espírito livre que supera ressentimento, culpa e a moral do rebanho. Ele é capaz de dizer “sim” à vida, com tudo o que ela tem de trágico, instintivo e contraditório — um precursor do Übermensch (além-do-homem). Ambos rejeitam o livre-arbítrio como ilusão. Para Spinoza, tudo segue da necessidade da natureza; para Nietzsche, o livre-arbítrio é uma invenção moralista. Ambos valorizam a afirmação da vida: Spinoza pela alegria ativa e pela razão; Nietzsche pela vontade de potência e pela criação de sentido. Ambos criticam a moral tradicional: Spinoza por vê-la como fruto da ignorância dos afetos; Nietzsche por considerá-la uma forma de negação da vida.