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O chamado “Conselho de Paz de Gaza” nasce cercado de cinismo, oportunismo e violência simbólica. O projeto apresentado por Donald Trump — que exige US$ 1 bilhão de cada país interessado em participar — não é uma iniciativa humanitária, mas uma ofensa histórica aos palestinos, especialmente a um povo devastado por bombardeios, cerco, fome e deslocamento forçado. Neste vídeo, mostramos por que esse plano representa a paz transformada em negócio, um esquema onde o sofrimento vira moeda e onde a guerra que destruiu Gaza agora é explorada financeiramente. Em vez de reconstrução digna, autodeterminação e justiça, Trump propõe um modelo em que só entra quem paga — um verdadeiro pedágio geopolítico sobre cadáveres e ruínas. Mais grave ainda: ao mesmo tempo em que deslegitima instituições internacionais como a ONU, Trump tenta impor uma estrutura paralela, informal, sem base legal e totalmente controlada por ele próprio. Trata-se de um movimento claro para tirar a questão palestina do campo do direito internacional e levá-la para o terreno da barganha, da chantagem e da submissão política. O chamado “Conselho de Paz” não busca encerrar o conflito — ele normaliza a ocupação, ignora os crimes cometidos em Gaza e tenta impor uma solução de cima para baixo, sem palestinos, sem direito e sem soberania. É a tentativa de transformar a tragédia em espetáculo diplomático e lucro político. Neste vídeo, explicamos por que o plano é indevido, imoral e ilegal, como ele humilha diretamente os palestinos de Gaza, por que o mundo precisa condenar essa iniciativa sem ambiguidades e como Trump tenta governar justamente fora da lei, onde acredita exercer controle absoluto O que está em jogo não é apenas Gaza. É o próprio sentido de paz, a sobrevivência do direito internacional e a recusa em aceitar que o sofrimento humano seja usado como ativo geopolítico. A paz não pode ser comprada; a dor não pode ser leiloada e Gaza não é mercadoria.