У нас вы можете посмотреть бесплатно 🚨 REVOLTA ESCANCARADA! MUROS DO CT DO BOTAFOGO AMANHECEM PICHADOS CONTRA JOHN TEXTOR 🚨 MEDINA nao или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
🚨 REVOLTA ESCANCARADA! MUROS DO CT DO BOTAFOGO AMANHECEM PICHADOS CONTRA JOHN TEXTOR 🚨 MEDINA nao O clima no Botafogo chegou a um ponto limite. Na calada da noite desta quinta-feira, os muros do Centro de Treinamento do clube, no Espaço Lonier, amanheceram pichados com mensagens duríssimas, explícitas e carregadas de revolta. Não foi um protesto silencioso. Foi um grito. Um recado direto. Um aviso claro de que a paciência da torcida acabou. As frases estampadas nos muros não deixam margem para interpretação. “Gringo setenta e um”, “Cadê o dinheiro?”, “Sai do Botafogo”, “John ladrão, cento e setenta e um safado” e até “França não te quer, Brasil também”. Palavras fortes, agressivas, revoltadas — reflexo de um sentimento que vem sendo acumulado há meses e que agora explode de forma pública. Cada uma dessas mensagens carrega um peso simbólico enorme, porque não surge do nada, não é fruto de um impulso isolado ou de um episódio pontual, mas sim de uma insatisfação contínua que foi sendo alimentada dia após dia, jogo após jogo, promessa após promessa não cumprida. O tom das frases revela não apenas indignação, mas também descrédito, ironia e uma sensação profunda de abandono, como se parte da torcida sentisse que o clube está sendo conduzido por alguém distante da realidade alvinegra e alheio à dimensão emocional que o Botafogo representa. As palavras escritas nos muros funcionam como um retrato cru do sentimento coletivo de frustração, expondo uma ferida aberta entre arquibancada e gestão, onde a cobrança por respeito, investimento e compromisso se transforma em protesto direto, sem filtros e sem diplomacia. O conteúdo agressivo das mensagens evidencia que o torcedor não quer mais discursos vazios, não aceita mais explicações genéricas e tampouco se satisfaz com justificativas técnicas ou financeiras que não se refletem dentro de campo. O que se vê é um desabafo público, quase desesperado, de quem sente que sua paixão está sendo tratada como algo secundário, reduzida a números frios e decisões distantes. Essas frases, pintadas de forma crua e direta, materializam um sentimento que antes circulava apenas nas redes sociais, nas conversas de bar e nas arquibancadas, mas que agora ganha corpo, espaço físico e visibilidade, deixando claro que a revolta deixou de ser silenciosa e passou a ser escancarada, assumida e impossível de ser ignorada. Esse episódio escancara o rompimento emocional entre parte da torcida e John Textor, controlador da SAF alvinegra. O início da temporada dois mil e vinte e seis, que deveria ser de reconstrução e esperança, virou sinônimo de frustração, desconfiança e cobrança. A torcida olha para o clube, vê vendas, vê promessas… mas não vê investimento dentro de campo. Essa percepção não nasce do acaso, mas da repetição constante de discursos otimistas que não se transformam em ações concretas, criando um abismo cada vez maior entre o que é dito publicamente e o que é entregue esportivamente. O sentimento de rompimento emocional se aprofunda porque o torcedor passa a se sentir excluído do projeto, como se sua paixão estivesse sendo colocada em segundo plano diante de decisões frias e distantes. A expectativa criada no início da temporada, carregada de esperança por dias melhores, foi rapidamente substituída por uma sensação de vazio, na qual cada rodada reforça a ideia de que o clube caminha sem um rumo claro. A frustração cresce à medida que o torcedor compara promessas ambiciosas com um elenco que não demonstra evolução compatível, alimentando a desconfiança sobre a real intenção da gestão. A cobrança se intensifica porque o torcedor acompanha as movimentações do mercado, observa entradas financeiras e anúncios otimistas, mas não enxerga reflexos diretos no desempenho dentro de campo. Esse contraste constante desgasta a relação emocional, tornando-a mais tensa e marcada por dúvidas. A pergunta que ecoa nos muros ecoa também nas arquibancadas e nas redes sociais: Cadê o dinheiro do Botafogo? Essa indagação não é apenas retórica, mas carrega um peso simbólico enorme, pois sintetiza a sensação coletiva de que os recursos existem, mas não se traduzem em competitividade, reforços consistentes ou ambição esportiva real. Ela se repete como um refrão de indignação, atravessando diferentes espaços da torcida e se consolidando como o principal questionamento de quem vê o clube distante do potencial que acredita ser possível alcançar. Jogadores vendidos, cifras divulgadas, participação em competições internacionais… e, ainda assim, um elenco curto, enfraquecido e limitado, incapaz de transmitir segurança ou ambição. Para muitos torcedores, o clube parece parado no tempo, enquanto rivais avançam. Essa sensação de estagnação se intensifica a cada janela de transferências, quando anúncios de vendas ganham destaque e números elevados são celebrados, mas o retorno esportivo não acompanha a mesma proporção. O torcedor observa a saída de peças importantes, acompanha a divulgação de valores expressiv