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MAPi é uma plataforma web de mapeamento online concebida como ferramenta de participação pública voltada para escolas e sociedade civil organizada. Suas funcionalidades principais – visualização, análise e coleta de dados espaciais – foram desenvolvidas para estimular o planejamento urbano participativo, com foco em alunos e professores da educação básica. O projeto é coordenado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM), que há 20 anos produz e compartilha abertamente bases de dados cartográficas e não cartográficas. Mais recentemente, o CEM expandiu sua atuação para o desenvolvimento de sistemas web interativos, como os portais ReSolution e Escolas, aproximando pesquisa acadêmica e sociedade, sempre respeitando o princípio do software e dados abertos. Todo dado produzido e todo software desenvolvido, incluindo códigos-fonte, são disponibilizados sem custo. Apesar desse avanço, o desafio é tornar o conhecimento produzido pelo CEM acessível a públicos que não dominam técnicas de análise geoespacial, especialmente professores e estudantes. Embora o ecossistema de ferramentas web de análise espacial seja mais acessível, ainda está distante da adoção ampla em contextos não especializados, como salas de aula. MAPi surge, portanto, como solução para ampliar o uso de dados espaciais na educação básica, conciliando simplicidade de navegação com a complexidade inerente à exploração de dados geográficos. Desde sua primeira versão, MAPi integra nativamente o repositório GeoCEM, baseado no software GeoNode, com dados servidos pelo GeoServer. Por meio do padrão WFS (Web Feature Service), é possível consultar camadas publicadas, extrair apenas dados desejados e construir mapas temáticos dinâmicos em tempo real. O principal recurso de análise de dados da plataforma é a criação de mapas temáticos coropléticos. Esses mapas representam dados de unidades geográficas, como setores censitários e distritos, permitindo escolha de paletas de cores (sequenciais, divergentes ou qualitativas) e métodos de classificação (quantis ou quebras naturais). Além disso, é possível sobrepor múltiplas camadas vetoriais para comparar diferentes temas ou períodos. A interface foi desenhada para manter apenas as ferramentas essenciais, garantindo que usuários não especializados construam visualizações analíticas em poucos passos. Outro eixo da plataforma é o mapeamento colaborativo, que busca oferecer ferramentas simplificadas para a produção de dados espaciais pela comunidade. Essa funcionalidade pode suprir lacunas de atualização que órgãos oficiais não conseguem atender. Inicialmente, a integração com o Mapillary já permite visualizar camadas de cobertura e sequências fotográficas coletadas por usuários. A ideia é expandir a plataforma para incluir formulários de coleta com campos de localização, possibilitando que professores e estudantes criem dados espaciais e os integrem às análises. Na educação, essa função pode apoiar discussões sobre planos de bairro, previstos nos planos diretores, como já testado em São Paulo. Professores da educação básica têm experimentado o uso do MAPi em aulas de geografia urbana e matemática: nas primeiras, para atividades práticas de mapeamento; nas segundas, para trabalhar conceitos estatísticos a partir da análise dos mapas produzidos. Os próximos desafios incluem otimizar o desempenho para grandes volumes de dados, implementar recursos colaborativos mais avançados e aprofundar a metodologia ágil de desenvolvimento, com interação constante com professores que identificam o potencial do MAPi para engajar estudantes em processos de planejamento urbano participativo. Kaue Oliveira Almeida Educação