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São Boaventura (1217–1274), franciscano, cardeal e Doutor da Igreja, é uma das figuras mais luminosas da Idade Média. Seu pensamento une três dimensões que, nele, nunca se separam: fé profunda, razão filosófica e vida espiritual. Tudo o que escreveu nasce do desejo de conduzir o ser humano a Deus. 1. Suas raízes: Agostinho e a tradição franciscana Boaventura herda de Santo Agostinho a ideia de que toda verdade conhecida pelo homem vem da luz divina. Por isso, conhecer não é apenas um exercício intelectual, mas um encontro com Deus. Herdou também uma visão muito rica da criação, influenciada pelo filósofo medieval judeu Ibn Gabirol, que reforça o caráter espiritual e dinâmico de tudo o que existe. 2. Relação com Aristóteles Embora respeite Aristóteles, Boaventura não aceita tudo. Ele valoriza a estrutura racional do mundo, mas rejeita a ideia de que o universo sempre existiu. Para ele, o universo nasce da liberdade e do amor de Deus, não de uma necessidade eterna. 3. O homem como imagem da Trindade Uma das ideias mais bonitas de Boaventura é que o ser humano reflete a própria Trindade. As três faculdades da alma — memória, inteligência e vontade — são como um reflexo do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Isso mostra que a vida interior humana já carrega um “rastro” de Deus. 4. O papel da graça Para Boaventura, a graça não transforma apenas uma parte da alma. Ela eleva o ser humano inteiro. A graça habitual muda o modo de ser; as virtudes teologais transformam o modo de agir. Deus age sempre com liberdade, mas com fidelidade: os sacramentos são sinais eficazes porque Ele se comprometeu a agir por meio deles. 5. Cristo no centro de tudo A cristologia de Boaventura é profundamente original. Ele afirma que Cristo está no centro da história: tudo foi criado por Ele, tudo é redimido por Ele, tudo será consumado n’Ele. Por isso, Cristo é o mediador universal: da criação, da natureza, da verdade, da santificação e da história. 6. Maria e os santos Boaventura venerava profundamente a Virgem Maria, embora ainda não formulasse a doutrina da Imaculada Conceição como faria Duns Escoto. Reconhecia, porém, sua santidade única e a via como a mais perfeita colaboradora do Cristo. 7. A mística: caminho até Deus Por fim, Boaventura foi um grande mestre espiritual. Seu Itinerário da Mente a Deus descreve um caminho em sete passos: começando pela contemplação da criação, passando pela introspecção e culminando na união amorosa com Deus. Sua mística é profundamente cristocêntrica, marcada pelo amor ao Cristo pobre e crucificado, à maneira de São Francisco. 🎙️ New to streaming or looking to level up? Check out StreamYard and get $10 discount! 😍 https://streamyard.com/pal/d/50030600...