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📚 Ensino de História e Interdisciplinaridade reflexões epistemológicas - Wagner Gomes | acesse 👉https://www.uece.br/eduece/wp-content... Curso Prova Nacional Docente 👉 Acesse aqui: https://go.hotmart.com/D103811604S?dp=1 📘 Apostila da Prova Nacional Docente Material de apoio essencial para estudar com organização e segurança. 👉 Link: https://go.hotmart.com/X103812284Y?dp=1 ________________________________________ 🎒 Materiais Pedagógicos para Professores 📅 300 Planos Diários – Maternal (2026) Planejamentos prontos, alinhados à BNCC e pensados para facilitar sua rotina. 👉 Acesse: https://go.hotmart.com/O103811076A?dp=1 ✏️ Curso Do Zero à Alfabetização Ideal para quem deseja compreender e aplicar o processo de alfabetização com segurança e embasamento. 👉 Link: https://go.hotmart.com/M103811101K?dp=1 No vídeo de hoje, mergulhamos nas ideias centrais do livro Ensino de História e Interdisciplinaridade, de Wagner Gomes, para entender um problema profundo da educação moderna: a fragmentação do conhecimento. A obra nos convida a questionar como a escola dividiu o saber humano em disciplinas isoladas e, mais importante, como podemos reconstruir essas conexões para formar um pensamento verdadeiramente crítico. O ponto de partida é a crítica ao modelo disciplinar rígido que separa exatas, humanas e biológicas como se fossem universos autônomos. O autor resgata a metáfora da “árvore do conhecimento”, inspirada em René Descartes, onde raízes, tronco e galhos simbolizavam a unidade epistemológica do saber. No passado, havia integração; hoje, muitas vezes entregamos ao aluno apenas fragmentos desconectados. O livro também revisita o verdadeiro sentido do enciclopedismo, lembrando o projeto iluminista de Denis Diderot e Jean le Rond d'Alembert, que buscava mapear as conexões entre ciências e artes — não acumular informações soltas. A ruptura acontece no século XIX, com a especialização impulsionada pelo capitalismo industrial, criando o que Edgar Morin chama de “inteligência cega”: capaz de analisar partes, mas incapaz de compreender o todo. A partir daí, o foco se desloca para o sujeito que aprende. O autor apresenta quatro dimensões: o sujeito espacial (inspirado em Milton Santos), que entende o espaço como construção social; o sujeito pós-estrutural, dialogando com Stuart Hall e as identidades fragmentadas; o sujeito epistemológico, a partir do conceito de Dasein de Martin Heidegger; e, por fim, o sujeito histórico, que reconhece que somos feitos de tempo. A transformação da disciplina histórica também aparece com a Escola dos Annales, fundada por Marc Bloch e Lucien Febvre, que rompeu com a narrativa tradicional centrada em heróis e passou a investigar estruturas sociais, economia e cultura de forma interdisciplinar. Posteriormente, Paul Ricoeur resgata a importância da narrativa como elemento essencial para dar sentido à experiência humana. No campo do currículo, o livro dialoga com John Dewey e Paulo Freire para afirmar que educação não é transmissão passiva, mas construção ativa de significado. O currículo é campo de disputa política e cultural. Ao final, fica a provocação: se a narrativa constrói nossa consciência histórica, o que acontece quando delegamos essa organização do saber a algoritmos e inteligências artificiais? Estamos preparados para manter a autoria da nossa própria história?