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VÍDEO_POEMA_072 Luís Vaz de Camões (c.1524-1580) “Erros meus, má fortuna, amor ardente” in «Sonetos» [o poema não faz parte das «Rhythmas» publicadas em 1595, tendo sido apenas introduzido nas «Rimas de Luis de Camões» do editor Domingos Fernandes, em 1616 (Soneto VIII). A sua atribuição a Camões é debatida] Dito por Mário Viegas em «Palavras Ditas» AUDIO: Jóhann Jóhannsson, “The Drowned World” in «Orphée» (2016) Filmado no antigo cemitério de Ilulissat (Gronelândia) POEMA: Erros meus, má fortuna, amor ardente Em minha perdição se conjuraram; Os erros e a fortuna sobejaram, Que para mim bastava amor somente. Tudo passei; mas tenho tão presente A grande dor das cousas que passaram, Que já as frequências suas me ensinaram A desejos deixar de ser contente. Errei todo o discurso de meus anos; Dei causa a que a fortuna castigasse As minhas mal fundadas esperanças. De amor não vi senão breves enganos. Oh! Quem tanto pudesse, que fartasse Este meu duro génio de vinganças!