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Estudo do vigésimo primeiro capítulo - Dever - do livro Pensamento e vida de Emmanuel psicografado por Francisco Cândido Xavier. O dever define a submissão que nos cabe a certos princípios estabelecidos como leis pela Sabedoria Divina (ou seja, leis morais), para o desenvolvimento de nossas faculdades. Para viver em segurança, ninguém desprezará a disciplina. Obedecem às partículas elementares no mundo atômico, obedece a constelação na glória da Imensidade. (ou seja, do micro ao macro existe uma ordenação, existe disciplina.) O homem viajará pelo firmamento, a longas distâncias do lar em que o seu corpo físico se vincula; no entanto, não iludirá fazê-lo sem obediência aos princípios que vigoram para os movimentos da máquina que o transporta. Com semelhante atitude (que atitude? Ele disse: facilitar e nutrir o bem comum), cada Espírito plasma os reflexos de si mesmo, por onde passa, abrindo-se aos reflexos das mentes mais elevadas que o impulsionam à contemplação de mais vastos horizontes do progresso e à adequada assimilação de mais altos valores da vida. Desse modo, pela execução do dever — região moral de serviço em que somos constantemente alertados pela consciência —, exteriorizamos a nossa melhor parte, recolhendo a melhor parte dos outros. Porém, acontece que muitas vezes criamos perturbações na linha das atividades que o Senhor nos confia, e não apenas desconjuntamos a peça de nossa existência, como também colocamos em desordem muitas existências alheias, desajustando outras muitas peças na máquina do destino. Surge então para nós o inevitável constrangimento à luta maior, que podemos nomear como sendo o dever-regeneração, pelo qual somos levados a produzir reflexos inteiramente renovadores de nossa individualidade, à frente daqueles que se fizeram credores das nossas quotas de sacrifício. (ou seja, sujou, tem que limpar. Bagunçou, tem que arrumar.) É dessa maneira que recebemos, por imposição das circunstâncias, a esposa incompreensiva, o esposo atrabiliário (melancólico ou que se enfurece facilmente), o filho doente, o chefe agressivo, o subalterno infeliz, a moléstia pertinaz ou a tarefa compulsória a benefício dos outros, como gleba espiritual para esforço intensivo na recuperação de nós mesmos. É por esse motivo que de nada vale desertar do campo de duras obrigações em que nos vejamos sitiados, por força dos acontecimentos naturais do caminho, de vez que na intimidade da consciência, ainda mesmo que a apreciação alheia nos liberte desse ou daquele imposto de devotamento e renúncia, a razão ordena que estejamos de sentinela na obra de paciência e de tolerância, de humildade e de amor, que fomos chamados intimamente a atender. (a situação está difícil? Olha o que ele disse: de nada adianta fugir da situação. Sem isso, apesar da aparência legal de nosso afastamento da luta, somos invencivelmente onerados por ocultas sensações de desgosto diante das nossas próprias fraquezas, que, começando por ligeiras irritações e pequeninos desalentos, acabam matriculando nosso espírito nos institutos da enfermidade ou na vala da frustração.