У нас вы можете посмотреть бесплатно 06 de Fevereiro: Eu e Ele no deserto (DEVOCIONAL) или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
"Ele me levou ao deserto e disse: Planta! Eu olhei para Ele por um segundo, como se esperasse alguma explicação. Mas Ele, sorrindo, disse novamente: Planta! Pensei comigo mesma: Bem... creio que Ele não entendeu meu olhar, melhor será se eu explicar! Senhor, será que não percebes que estamos em um deserto? Ele, com uma voz ainda mais confiante, disse: Planta! Eu argumentei: Não tenho semente alguma para plantar! Ele disse: Abra suas mãos. Eu abri, e sim, havia uma semente lá! Eu nem sequer havia percebido que estava segurando uma semente. Quanto tempo ela estaria ali? Quando foi que Ele havia me dado a semente? Por que será que eu não a senti entre meus dedos, ou na palma de minhas mãos? Olhei novamente em Seus olhos, vi o mesmo sorriso confiante e o olhar penetrante de antes. Lentamente, me aproximei mais do chão, encarando aquela terra árida, sem entender muito bem o que estava fazendo. Olhei para cima, esperando alguma outra instrução. Mas Ele novamente disse: Planta! Sem muita vontade, comecei a cavar. Minhas mãos sentiram a textura e o calor do solo seco e arenoso. Era uma sensação quase gostosa, como quando a gente toma um banho morno depois de um dia cansativo. Cavei e cavei, olhando por cima dos ombros vez por outra, só para ter certeza de que estava fazendo a coisa certa. E todas as vezes encontrei o mesmo olhar, o mesmo sorriso, a mesma calmaria olhando de volta para mim. Então, de repente, minhas mãos sentiram uma textura diferente, parecia meio úmida, mais densa e pegajosa. Não dava para acreditar! Era um solo lindo, daquelas terras pretas que minha avó cultivava em seu quintal quando eu era criança. Dessa vez, não olhei para cima, continuei cavando mais um pouco. Minhas mãos estavam feridas e sujas, mas, por alguma razão, me sentia confiante. Coloquei a semente, com muito cuidado, naquele buraco cavado à mão. Cobri com terra e me pus novamente de pé ao Seu lado. Nós dois ficamos parados ali por algum tempo, olhando para a terra recém-mexida, que agora continha uma pequena semente em seu ventre. Ele colocou a mão sobre meus ombros e apertou. Como minhas costas doíam! Eu nem tinha percebido antes, mas agora sentia dor em cada parte do meu corpo. Dor e uma exaustão profunda… Quanto tempo será que eu havia ficado abaixada ali, cavando aquele buraco? Será que foram horas? Dias?! Olhando novamente em Seus olhos, perguntei: E agora? Ele disse: Agora descansa! Você fez a sua parte, Eu cuido do resto.Eu perguntei: Nos encontraremos de novo? E Ele disse: Te espero aqui... na colheita!"