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Esta gravação data de Agosto de 1926, foi efectuada nos Estúdios Valentim de Carvalho, na Rua Nova de Almada, em Lisboa, e pertence à Face B do disco de 78 rotações editado pela Valentim de Carvalho com o selo da Columbia, a matriz de disco “J 616” e a matriz de fonograma “WP 52”, em que o actor Estevão Amarante nos oferece duas criações do seu reportório, que são “A Carta do Ganga” e eta deliciosa “Canção da Mariette” que escutamos aqui. Chamava-se Mariette E tinha uma buvete Onde era considerada A jóia do sector E todos os sargentos Dos vários regimentos Faziam pé de alferes Ao passar por lá Um dia, cheguei eu! Não sei que sucedeu, Mas foi como se o próprio Deus do Amor chegasse!... Pediu-me logo um beijo!... Cedi ao seu desejo Porque isto, lá no fundo, Pede-se um beijo e dá-se! Ai rapazes que ternura que doçura e que fartura! Tinha uma voz mais maviosa Do que um canairo Tinha uma voz mais maviosa Do que um canairo Tinha um ferrão extraordinairo E usava ligas cor-de-rosa E usava ligas cor-de-rosa Corpo de neve assim miúdo Gordo e roliço Corpo de neve assim miúdo Gordo e roliço O seio então Nem falar nisso! Não era nada... Era isto tudo! O seio então Nem falar nisso! Não era nada... Era isto tudo! Ai rapazes que ternura que doçura e que fartura! Chamava-se Mariette E tinha uma buvete Onde era considerada A jóia do sector E todos os alferes Danados por mulheres Faziam ao balcão Declarações de amor Cheguei logo uma vez Mostrei que o Português Adonde quer que chegue É sempre o mais brejeiro Cheguei-me logo à fala Foi estoucado o magala! Depois chegar, atar, E pôr logo o Fumeiro! Ai rapazes que ternura que doçura e que fartura! Chamava-me ela o «petizan» Na intimidade Chamava-me ela o «petizan» Na intimidade Ia levar-me de manhã Um «chiclate avec torrade» Um «chiclate avec torrade» Dava-me Chispe e Sarrabulho Inté Chouriço Dava-me Chispe e Sarrabulho Inté Chouriço Murraça então Nem falar nisso! Era atestar Este bandulho! Murraça então Nem falar nisso! Era atestar Este bandulho! Ai rapazes que ternura que doçura e que fartura! Criada na opereta “João Ratão”, considerada como das melhores criações de Amarante, seria um grande êxito em todas as rádios portuguesas dos anos 20 e 30, um dos primeiros discos de música portuguesa a serem difundidos regularmente na Emissora Nacional, e seria a única canção da opereta utilizada por António Melo na banda sonora do filme homónimo de Jorge Brum do Canto, com Óscar de Lemos, Maria Domingas, António Silva e Costinha. Esta patente oficial de Estevão Amarante foi digitalizada pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, restaurada e remasterizada através da Inteligência Artificial.