У нас вы можете посмотреть бесплатно PREVENÇÃO DE CATÁSTROFES TEM DE SER FEITA COM RESPONSABILIDADE E NÃO COM POPULISMOS или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
O debate de urgência sobre “prevenção, plano de catástrofes e capacidade de resposta da Região”, proposto pelo CHEGA, teve como objectivo alertar para a necessidade de prevenção e de preparação, já que o arquipélago “está constantemente sob alerta” relativamente a catástrofes naturais. O líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco indicou que apesar de ter colocado 30 perguntas ao Governo Regional e ter insistido na necessidade de se assumirem compromissos concretos em termos de responsabilidade para com os Açorianos, houve partidos que optaram por atacar o CHEGA e nem sequer falar sobre o tema em debate. “Não podemos embarcar nesses discursos populistas de não trazer soluções e apenas atacar o CHEGA”, reforçou. José Pacheco lembrou que o CHEGA sempre defendeu os Bombeiros, sempre defendeu a importância da limpeza das ribeiras – e por isso mesmo colocou um milhão de euros no Orçamento Regional de 2026 nesta rubrica – no entanto, lembrou que “está a faltar penalizar quem deixa madeira nas ribeiras”. O CHEGA sempre se debateu pelo investimento na limpeza de caminho, sendo que alguns ficam depois abandonados, colocando asism em risco a actuação da Protecção Civil. “Nas Feteiras, em São Miguel, há um caminho alternativo onde não passa um carro porque ninguém teve o cuidado de ir limpar aquele caminho. Se acontecer alguma coisa, tem de se dar a volta pelas Bretanhas para se chegar a Ponta Delgada. São pequenos “nadas” que é preciso fazer”, reforçou. José Pacheco lembrou também que ao nível da manutenção de edifícios e estruturas, é preciso não esquecer que é obrigatório fazê-las e lembrou, por exemplo, os heliportos da Região que não estão operacionais e equipamentos essenciais que não têm manutenção periódica. José Pacheco fez questão que há também edifícios do Estado, pertencentes à República, que estão em avançado estado de degradação e que, no caso de haver algum incidente devido a essa degradação, alguém terá de se responsabilizar. O parlamentar alertou que devia haver maior insistência com a República para que estes edifícios sejam passados para a gestão da Região. Uma vez que a Região está constantemente sob alerta, o papel da RTP Açores, e das rádios regionais, na comunicação em caso de catástrofe também foi evidenciado por José Pacheco que os considera também uma ferramenta de protecção civil. No encerramento do debate de urgência, José Pacheco reconheceu que há muito trabalho feito a este nível, dos vários Governos Regionais, mas que há sempre algo a mais a fazer. “Temos de ser proactivos, não basta ir de coletes cor-de-laranja quando o mal está feito. E foi esta a intenção do CHEGA: fazer um debate sério porque temos de estar constantemente preparados e temos de revisitar este tema constantemente”, concluiu o parlamentar. Horta, 24 de Fevereiro de 2026 CHEGA I Comunicação #chegaaçores #ChegaAçores #JoséPacheco #josepacheco #OliveriaSantos #FranciscoLima #HeliaCardoso #JosePauloSousa #partidochega #andréventura #CHEGA #andreventura #NãoNosCalarão #SomosATuaVoz #Açores