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Quando falamos em se locomover, o que será mais perigoso: avião ou trem? Muita gente acredita que voar é infinitamente mais arriscado. Afinal, se você cair de uma altura de 10 quilômetros — ou mesmo que sejam “só” 2 quilômetros —, não tem jeito: sua vida vai acabar ali. Mas, se estiver de trem, tudo parece confortável e tranquilo. Você está sentado a 1,5 metro do chão, olhando calmamente a paisagem passar pela janela. Só que, na prática, tudo isso é exatamente o contrário! Perigo ou segurança: o que é ilusão? Existe uma fórmula específica para medir a segurança, que leva em conta o número de vítimas em determinado trecho. E segundo essas estatísticas, o número de mortos em acidentes aéreos é de 0,6 por 100 milhões de milhas, enquanto nos acidentes ferroviários é de 0,9 — ou seja, 50% a mais do que nos aviões. Mas por que isso acontece? A verdade é que a segurança dos aviões é rigidamente controlada. Por exemplo, levar armas, explosivos ou substâncias inflamáveis em um avião é extremamente difícil — já no trem, você pode embarcar com praticamente qualquer coisa. Além disso, os aviões estão ficando cada vez mais próximos da perfeição, e o voo, cada vez mais seguro. Ponte ferroviária Goteik, em Mianmar Essa ponte elevada foi construída em 1900, no centro de Mianmar (antiga Birmânia), para ligar as cidades de Pyin Oo Lwin — onde ficava a residência de verão do governo colonial britânico — e Lashio. Na época, ela era a ponte ferroviária em treliça mais alta do mundo, e até hoje continua sendo uma das mais altas do tipo. A ponte tem 102 metros de altura, 689 metros de comprimento e é sustentada por 15 pilares fabricados na fundição da Pensilvânia. Hoje em dia, apenas dois trens passam por essa ponte por dia, e a maioria dos passageiros são turistas. A travessia leva cerca de 25 minutos, e pelas janelas é possível admirar a paisagem vertiginosa do cânion e das montanhas ao redor. Como o trem anda muito devagar sobre a ponte, dá tempo de sentir a altura e registrar boas fotos do visual impressionante. O teleférico Gelmerbahn, na Suíça O Gelmerbahn e o teleférico da estância de Stoos, que fica relativamente perto dali, são considerados os mais inclinados da Europa entre os veículos desse tipo. Mas, ao contrário do teleférico de Stoos, que só começou a operar em 2017, o Gelmerbahn foi construído ainda no século passado. Ele foi originalmente criado em 1920 para transportar materiais durante a construção da represa do lago Gelmer, e só passou a ser usado para passageiros em 2001. A inclinação média dos trilhos é impressionante: 106% (ou 46 graus e 41 minutos), com uma inclinação máxima de 49 graus e 4 minutos. O teleférico tem capacidade para 24 pessoas e sobe dos 1.400 metros de altitude da vila de Handegg até os 1.850 metros do lago Gelmer em apenas 10 minutos. Os turistas podem curtir a vista ao ar livre durante a subida, e, no topo, aproveitar a beleza serena do lago alpino de águas azuladas e cristalinas. O ferrobús da Bolívia Já o ferrobús da Bolívia — uma espécie de ônibus sobre trilhos — dificilmente pode ser considerado um veículo turístico. O primeiro motivo é que ele não é exatamente o tipo de transporte que atrai turistas com facilidade. E o segundo motivo é que, para os bolivianos que vivem em comunidades isoladas dos Andes, o ferrobús é apenas um meio de transporte do dia a dia. Na prática, o ferrobús é um ônibus comum colocado sobre trilhos. Por fora, ele não tem nada de luxuoso como os ônibus que ligam grandes cidades — parece mais com um ônibus rural de linha compartilhada. Dentro, não há compartimento para bagagens, então é preciso colocá-las no teto. A ferrovia Georgetown Loop Você consegue imaginar uma ferrovia que está em uso há mais de 140 anos? Achar que ela ficou menos assustadora com o passar desse tempo todo seria um erro. Essa ferrovia de bitola estreita, que liga as cidades mineradoras de Georgetown e Silver Plume, já era considerada uma maravilha da engenharia na época de sua construção, em 1884. Em Silver Plume, extraía-se prata, e de algum jeito era preciso transportar esse minério até Georgetown. A distância em linha reta entre as duas cidades é de apenas 2 quilômetros, mas no meio do caminho existe um enorme cânion. Para atravessá-lo, foi construída uma ferrovia sinuosa com 7,2 quilômetros de extensão. A ferrovia White Pass and Yukon Route O ambiente natural extremo do Ártico não é algo que qualquer um consiga suportar. A maioria das pessoas prefere viver ou passar férias em lugares mais quentes. Mas é justamente esse perigo que atrai um certo tipo específico de turista para o extremo norte. Para eles, quanto mais arriscada for a rota, mais fascinante ela se torna. A ferrovia que liga Skagway, no Alasca, à cidade de Whitehorse, em Yukon, foi feita especialmente para esse tipo de aventureiro. Quem é fã de Jack London, com certeza já leu suas obras sobre a Corrida do Ouro de Klondike, que sacudiu o Alasca no fim do século XIX.