У нас вы можете посмотреть бесплатно Maria Filomena Molder - Aulas de Estética - 1ª sessão - 2/3 или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Do "Curso Complementar de Formação em Filosofia" Módulo Estética. Temas previstos A experiência estética A decadência do gosto e o "kitsch" O belo natural e o belo artístico A evolução da compreensão do belo O génio Questões de arte moderna Arte e história da arte 08/05/2013 A partir de textos de artistas, de poetas e de filósofos trataremos de "Questões de arte moderna", tendo em vista incluir aspectos relevantes de todos os outros temas propostos para o módulo de Estética do CCFF. Maria Filomena Molder Alguns trechos fornecidos no Módulo por Filomena Molder: 1. [...] As épocas, as correntes, as culturas, os movimentos não dizem respeito ao sentir-se vivo senão de uma só maneira, que continua sempre igual. Não houve época que não se tenha sentido "moderna" no sentido mais excêntrico do termo, e não tenha suposto encontrar-se à beira do abismo." Walter Benjamin, O Livro das Passagens [1º, 2], Gesammelte Schriften, V.2. 2. Os tempos modernos, tempos do inferno. Os castigos do inferno são de cada vez a novidade extrema, a que se dá neste domínio. Não se trata de dizer que "está sempre a acontecer o mesmo" (a fortiori não está em causa o eterno retorno), mas, ao invés, disto: o rosto do mundo, a cabeça monstruosa nunca se altera naquilo que tem de mais novo, esta novidade extrema continua em todos os pontos a ser a mesma [...] Determinar a totalidade dos traços que caracterizam estes "tempos modernos" significa representar o inferno. Idem, Ibid. [Gº, 17], ibid. 3. [...] o critério da modernidade parece-lhe ser o de estar marcada com a fatalidade de ser um dia a antiguidade e de ela revelar isso àquele que é testemunha do seu nascimento. Eis a quintessência do imprevisto que é avaliado por Baudelaire como uma qualidade inalienável da beleza. Tal era o olhar da Medusa para os Gregos. Idem, Exposé de 1939, Ibid., V.1. 4. [...] uma só e mesma coisa atravessada por inumeráveis intermitências. (Também o jogador vive na intermitência). A intermitência faz com que cada olhar surpreenda no espaço uma nova constelação. Intermitência, a medida do tempo cinematográfico. E o que daí ressalta: o tempo do inferno e o capítulo sobre a origem no L[ivro] sobre o barroco. Idem, Ibid., [Gº, 19], Ibid, V.2. 5. [...] este homem, este solitário dotado de uma imaginação activa, sempre viajando através do grande deserto de homens [...] procura aquela qualquer coisa a que irão permitir-nos chamar a modernidade [...] O que ele pretende é retirar da moda o que ela pode conter de poético no histórico, extrair o eterno do transitório [...] numa palavra, para que qualquer modernidade seja digna de se tornar antiguidade é preciso que dela tenha sido extraída a beleza misteriosa que a vida humana nela involuntariamente depõe. Baudelaire, "O pintor da vida moderna", A Invenção da Modernidade (antologia e notas Jorge Fazenda Lourenço, tradução Pedro Tamen). Em breve mais alguns trechos http://www.fcsh.unl.pt/formacao-ao-lo... http://www.fcsh.unl.pt/formacao-ao-lo...