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"Heróis do mar? Não... pobre povo! Pagas a vida inteira para morreres num corredor." Nunca fui cantor. Sempre exprimi a minha revolta no papel, mas nunca tive voz. Hoje, uso a Inteligência Artificial para dar som ao que a minha caneta escreveu. Esta é a minha alma e a minha indignação, finalmente com o volume no máximo. O GRITO DE QUEM NÃO SE CALA: SAÚDE: Morrer em cadeiras de hospital e bebés a nascer na estrada. CORRUPÇÃO: Sócrates, Salgado e Berardo saqueiam milhões enquanto o meu pai racha o lombo de sol a sol. SOBERANIA: Vendem as nossas barragens e a nossa luz enquanto o povo é esmagado por impostos. Se o sistema odeia e tenta anular o André Ventura, é porque ele é o único que lhes tira o sono. Se o sistema está contra ele, eu estou com ele. 4 anos para ver quem é o verdadeiro iludido. Partilha este hino. Acorda, Portugal. Eu estou FARTO. Letra: FARTO Voz e Produção: AI Intervention Technology #Farto #Chega #AndreVentura #Portugal #RapTuga #Intervenção #Basta #PobrePovo #HeroisDoMar (intro) Para mim… chega. (Isto é Portugal…) (Uh!) [Verso 1] Olho p’ra este mapa e só vejo carne viva, País sequestrado, em queda livre, há deriva. Gente a morrer sentada em salas de espera frias, Catorze horas de agonia enquanto contam lucros e parcerias. Ambulâncias que não chegam, bebés no alcatrão, É isto o vosso Estado? É isto a vossa Nação? O meu pai racha o corpo de sol a sol, sem descanso, Pra servir um sistema que nos empurra p’ro cansaço. (eh!) Salazar? De que serviu essa falsa libertação, Se hoje é o Estado o chicote desta geração? (ah!) (Refrão ) Heróis do mar, pobre ou nobre, Hoje morres na urgência sem manta que te cobre (uh!) Nação valente em pleno tribunal, Povo escravo do sistema habitual Heróis do mar, vergonha nacional, Pagas a vida inteira, morres no corredor central (yeah!) Chamam isto Estado Social, Eu chamo crime normalizado em Portugal (ah!) [Verso 2] Gasolina a preço de ouro, roubo à luz do dia, O vizinho ganha o dobro, nós pagamos a hipocrisia. Terra, clima, mar, tudo p’ra sermos Suíça, Mas ratos no poder alimentam esta injustiça. Todos os anos o país arde outra vez, Nem um avião é nosso, alugamos estupidez. (uh!) Sai mais caro, alguém mama, alguém sorri na comissão, O bombeiro cai queimado, o político dá explicação. Vendemos barragens, vendemos a luz, Já nem a energia é nossa, mas o imposto conduz. Apagão mostrou quem manda nesta farsa fiscal, Nem soberania temos, mas exigem lealdade total. (eh!) [Refrão] Heróis do mar, pobre ou nobre, Hoje morres na urgência sem manta que te cobre (uh!) Nação valente em pleno tribunal, Povo escravo do sistema habitual Heróis do mar, vergonha nacional, Pagas a vida inteira, morres no corredor central (yeah!) Chamam isto Estado Social, Eu chamo crime normalizado em Portugal (ah!) [Verso 3 – rápido / agressivo] Sócrates, Salgado, Berardo — lista do saque, Milhões evaporados, o povo leva o ataque. Nada lhes acontece, a justiça anda de joelhos, Enquanto o meu velho paga a fatura dos vossos conselhos. (uh!) Chamam “extrema-direita”, “ódio”, “perigo social”, Violência é morrer à espera num hospital. (ah!) Violência é catorze horas sem médico de urgência, Isso sim é crime, isso sim é indecência. (eh!) [Ponte ] O que mais dói não é só quem manda… É quem vota sempre igual e depois se espanta. Falam no café, berram que a vida está má, Chega o dia do voto e entregam o pescoço já. (uh!) Quatro anos não destroem um país cansado, Mas décadas disto já nos têm enterrado. (yeah!) Lutam por causas de fora, bandeiras importadas, Enquanto o vizinho morre à fome nas escadas. (ah!) [Refrão Final ] Heróis do mar, pobre ou nobre, Hoje morres na urgência sem manta que te cobre (uh!) Nação valente em pleno tribunal, Povo escravo do sistema habitual (eh!) Heróis do mar, vergonha nacional, Pagas a vida inteira, morres no corredor central (yeah!) Chamam isto Estado Social, Eu chamo crime normalizado em Portugal (ah!) Carga fiscal brutal… (uh!) Pobres a sustentar ricos… (eh!) O sistema quer escravos… (yeah!) Eu só quero o meu país de volta. (FARTO!)