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Este vídeo apresenta uma leitura completa, acessível e organizada dos principais conteúdos estudados na disciplina Análise do Comportamento II, reunindo em uma linha contínua de explicação os materiais sobre Dizer, Fazer e Pensar, Operantes Verbais, Controle de Estímulos, Memória e Resolução de Problemas. O objetivo é transformar conteúdos que normalmente aparecem em partes separadas — slides, falas de sala, PDFs e anotações — em uma narrativa clara que permita ao estudante compreender não só cada conceito, mas a lógica que une todos eles. A exposição começa discutindo três formas fundamentais de comportamento: fazer, dizer e pensar. O fazer é apresentado como ação direta sobre o ambiente, mantida pelas consequências naturais da interação. Já o dizer aparece como um comportamento verbal que depende de um ouvinte e da comunidade verbal, que reforça, mantém e modela a fala. O pensar, por sua vez, é entendido como comportamento privado, inicialmente público, mas que se torna encoberto ao longo do desenvolvimento. Esses três eixos ajudam a entender como ações públicas e privadas são regidas pelas mesmas leis e como se articulam na construção de repertórios complexos. Em seguida, o vídeo aprofunda os operantes verbais específicos, essenciais para compreender a linguagem sob a ótica analítico-comportamental. O ecoico, o textual e o ditado mostram como respostas verbais podem ser controladas por estímulos sonoros ou escritos. Já o tato, o mando e o intraverbal revelam como descrevemos o mundo, pedimos o que precisamos e participamos de conversas e interações sociais. Esses operantes constituem a base do comportamento verbal e explicam por que falar não é um fenômeno único, mas um conjunto de relações distintas entre estímulos, respostas e consequências. Essa parte também ajuda a compreender como o pensamento pode assumir forma verbal privada e como certos repertórios de linguagem se transformam em processos internos de planejamento e tomada de decisão. O vídeo então avança para o tema do controle de estímulos, mostrando como o ambiente organiza o comportamento. Exemplos simples ilustram como sinais presentes no contexto funcionam como SDs, indicando quando é mais provável que um comportamento seja reforçado: estudar antes da prova, parar no sinal vermelho, agir em sala de aula, iniciar uma atividade ou suspender outra. A explicação abrange discriminação, generalização e cadeias comportamentais, ressaltando como comportamentos complexos são compostos por respostas menores encadeadas. Também é discutido como o valor do reforçador pode sustentar ou quebrar essas cadeias, revelando a interação entre estímulos antecedentes, respostas e consequências. A partir dessa estrutura, o vídeo aprofunda o tema da memória, um dos pontos mais importantes da disciplina. Aqui, lembrar é analisado como um comportamento, não como um depósito interno de informações. O comportamento de lembrar é instalado pela comunidade verbal, modelado pela repetição de perguntas e reforçado pela atenção social. O vídeo explica como lembrar pode ser evocado por estímulos presentes — perguntas, objetos, narrativas, pistas verbais — e como estímulos privados também podem exercer controle. Além disso, são abordados fenômenos como reconstrução da memória, interferência proativa e retroativa, e enfraquecimento por falta de reforço, mostrando que lembranças mudam com o tempo porque o comportamento de relatar também é selecionado por contingências. Essa parte evidencia que memória é ação, sujeita a variações, ajustes e reconstruções constantes. Por fim, o vídeo integra tudo isso ao tema da resolução de problemas, tratada como um comportamento operante complexo. Situações-problema são explicadas como contextos em que existe uma resposta possível, mas ausente no repertório atual do indivíduo. Para compreendê-las, o vídeo discute a importância dos precorrentes, os comportamentos que vêm antes da resposta final e tornam a solução alcançável. Experimentos clássicos são apresentados de maneira fluida: Thorndike e sua aprendizagem por tentativa e erro, mostrando como respostas eficazes se fortalecem; e Köhler, que demonstra como a combinação de repertórios prévios pode produzir soluções aparentemente súbitas, mas totalmente dependentes de história de aprendizagem. A explicação culmina nos três elementos fundamentais da resolução de problemas: variação comportamental, que permite testar caminhos novos quando os antigos não funcionam; repertórios prévios, que fornecem a base para que essas variações sejam úteis; e resistência à frustração, que sustenta o indivíduo na tarefa durante falhas e tentativas mal-sucedidas. Esses elementos ajudam a entender por que pessoas com histórias de vida diferentes encontram soluções distintas: resolver problemas é resultado direto do que alguém aprendeu, tentou, observou, combinou e suportou ao longo da vida. Curta / Comente / Compartilhe e se Inscreva!