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O Palácio dos marqueses de fronteira quando foi construído, ainda no século XVII, o edifício foi pensado como uma casa de férias, um pavilhão de caça para D. João de Mascarenhas, 2.º conde da Torre e 1.º marquês de Fronteira - título atribuído em 1670 por D. Pedro II (então regente do reino), sensivelmente na mesma altura em que é iniciada a construção do palácio. Reza a história (em rigor, reza a lenda) que, tendo convidado D. Pedro para a inauguração do palácio, o 1.º marquês de Fronteira mandou partir toda a loiça que se usara no banquete. E foi assim que as paredes acabaram decoradas com pedaços de porcelana, além de pedras e conchas. Do terraço acede-se ao chamado jardim de cima. Mas o mais monumental, imagem de marca do Palácio de Fronteira, é o jardim de baixo, mais conhecido como jardim formal. Feito já no século XVII, à imagem dos jardins italianos do século anterior, trata-se de um enorme conjunto de canteiros de buxo, dominado a sul por um lago de 48 por 18 metros. Ladeado por escadarias, é encimado por uma galeria de esculturas com os bustos dos reis portugueses. Este jardim foi um dos 250 melhores, reunidos no livro The Gardener"s Garden, do qual saltou para o top 10 da edição espanhola da revista Condé Nast Traveler, classificado como "simplesmente espetacular" - e aí está outra explicação para o número de visitantes estrangeiros. Segundo o artigo de Susete Francisco, Diário de Notícias, É no mínimo invulgar, mas o Palácio de Fronteira vive na dupla condição de residência familiar e monumento nacional (classificado em 1982). A família Mascarenhas continua a morar ali, na ala (não visitável) que foi acrescentada no século XVIII ao edifício original do palácio, e da qual se sabe apenas que será menos monumental do que as salas visitáveis. Mas mesmo a parte aberta ao público durante as manhãs (e que também é usada em eventos culturais, como concertos) é depois fechada, ficando disponível para uso dos residentes.