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A HISTÓRIA DE "TOINHO" GOLEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO PELO SÃO PAULO E QUE PÔS WALDIR PERES NO BANCO. Antônio de Pádua Soares, mais conhecido como Toinho, nasceu em Teresina, dia 13 de junho de 1952. A carreira de Toinho começou no fim dos anos 60. Destacando-se ainda jovem em uma competição amadora intermunicipal, quando defendeu a seleção da cidade de Pedro 2º, no interior piauiense, ele passou por Piauí e Sampaio antes de assinar seu primeiro contrato profissional com o Tiradentes do Piauí, em 72. Lá teve a oportunidade de ter como treinador Castilho, goleiro que fez história pelo Fluminense e defendeu a seleção brasileira nas Copas de 54, 58 e no bi de 62 e 66. Foi ele quem começou a moldar um grande atleta em Toinho. Ele me passou o principal para um goleiro, que é a tranquilidade. Também trabalhava comigo todo dia a saída do gol, tanto com os pés como na bola alta, que é algo que me deixou caracterizado no sudeste do país. Ele me orientava a fazer as coisas simplificando, lembra. O clube teve boas campanhas no Campeonato Brasileiro e seus jogadores passaram a interessar outras equipes, e uma dessas negociações começou a mudar a vida de Toinho. O Sport Recife tentou contratar o meia Assis Paraíba, mas o clube piauiense conseguiu incluir o goleiro na transação. Quando lá chegou, foi negociar salários com a diretoria, mas não foi bem recebido. Recebendo uma proposta muito menor do que esperava, ele se viu obrigado a aceitar, mas prometendo mostrar serviço, como cumpriu mais tarde. Quando fui assinar contrato, pedi tanto e o presidente disse que não tinha ido atrás de mim, que queria era o Assis e eu tinha ido de contra-peso. Ofereceram um décimo do que eu pedi, e disseram que, se eu não quisesse assinar, eu podia voltar, porque tinham cinco goleiros e eu era o sexto, não ia fazer diferença. Chorando, eu disse que só ia assinar porque queria dar melhores condições para a minha família. Isso foi em janeiro, e quando foi em março ou abril eu já era o primeiro goleiro - conta. Por duas temporadas Toinho fez parte do time do Sport que ficou conhecido como Seleção do Nordeste, ao lado de nomes como o próprio Assis Paraíba, além de Dadá Maravilha, Biro-Biro e outros. Lá ele chamou a atenção do São Paulo, que precisava de um reserva de qualidade para suprir as ausências de Waldir Peres quando ele se juntava à seleção brasileira. A contratação pelo São Paulo tinha um objetivo claro. O treinador Rubens Minelli precisava de alguém de confiança para não sentir tanto a falta do titular Waldir Peres. Mas Toinho deu conta do recado melhor do que o esperado. Suas saídas do gol eram constantes, muitas vezes atuando quase como um líbero. Esse posicionamento, aliado ao temperamento forte e perfil de liderança na zaga são-paulina, o fizeram conquistar seu espaço. Muitos diziam que o São Paulo tinha dois goleiros titulares. E, de certa forma, foi isso que o técnico oficializou quando implantou um rodízio, após ouvir reclamações do antigo dono da posição. Quando ele chegou da seleção e gritou, o seu Minelli falou: “aqui quem manda sou eu, e você vai ficar no banco do cabeça chata aí do Piauí, porque ele está bem e eu não posso mexer com quem está bem”. Posteriormente a isso aí foi que ele adotou um sistema de revezamento e jogava três partidas cada um – conta. Esse estilo de jogo mais arrojado lhe rendeu a alcunha de louco pela imprensa e até pelos próprios companheiros. Quando saía de baixo das traves, os zagueiros tinham que correr para cobrir o gol, no caso de Toinho perder a bola. Mas, para ele, tudo era um risco calculado, aprendido com Castilho nos tempos de Tiradentes e que hoje, na sua opinião, está em falta no futebol brasileiro, com exceções como Rogério Ceni. Na Europa, ele vê Manuel Nóier como um caso de sucesso. Mas não era loucura. Existe uma coisa chamada confiança. É uma coisa que você tem que ter, só que tudo com limite. Eu era zagueiro antes de jogar no gol, e isso facilitou também a minha saída com os pés. Hoje eu falo que os únicos que fazem isso são os goleiros da Europa, que jogam quase como um jogador de linha, como no futsal. Isso dificulta para o adversário, que enquanto vai dar o combate no goleiro, dá liberdade para outro homem receber essa bola – explica. Na lembrança de Toinho, uma lesão o tirou da sua posição privilegiada. Após uma pancada no olho e uma suspeita de descolamento de retina, o goleiro passou um mês afastado e quando retornou perdeu a titularidade compartilhada com Peres. O time foi campeão brasileiro daquele ano, e Toinho permaneceu na equipe até 82, conquistando também o bicampeonato paulista em 80/81. ........ FONTE: https://ge.globo.com/pi/noticia/2015/... https://terceirotempo.uol.com.br/que-...