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A Justiça Militar do Estado de São Paulo decretou, na madrugada desta quarta-feira (18), a prisão preventiva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de feminicídio da policial militar Gisele Alves Santana e de fraude processual. O oficial foi encontrado em sua residência em São José dos Campos, no interior de São Paulo, e preso pela Corregedoria da Polícia Militar com apoio do 8° DP, após solicitação da Polícia Civil à Justiça. *Cena do crime alterada para simular suicídio* Segundo a decisão de prisão preventiva obtida pela CNN Brasil, a investigação apontou, com base em laudos periciais, que o local onde Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça passou por alterações para simular uma ocorrência de suicídio. O cenário foi classificado como atípico pelos peritos. Durante o atendimento da ocorrência, o tenente-coronel teria insistido repetidamente em tomar banho e trocar de roupa, sendo advertido verbalmente pelos policiais militares presentes. Apesar da resistência dos colegas, Geraldo teria "imposto sua vontade em razão da ascensão hierárquica", realizando o banho mesmo após o resgate do corpo da esposa. *Comprometimento de vestígios periciais* A conduta do oficial foi considerada especialmente relevante do ponto de vista investigativo. Conforme trecho da decisão: "Tal conduta revela-se particularmente relevante sob o ponto de vista investigativo, uma vez que pode ter comprometido a realização de exames periciais importantes, notadamente o exame residuográfico destinado à verificação da presença de resíduos de disparo de arma de fogo." Câmeras de segurança registraram o tenente-coronel no corredor do apartamento e, minutos depois, novamente ao telefone com os cabelos aparentemente molhados. No entanto, testemunhas relataram que o piso da sala não estava molhado, o que gerou contradições na narrativa apresentada pelo oficial. *Narrativa incompatível com as provas* O magistrado responsável pela decisão afirmou que Geraldo apresentou uma narrativa incompatível com as evidências obtidas por meio de imagens, áudios e registros telefônicos. A insistência em tomar banho e trocar de roupa, aliada ao surgimento posterior com cabelos molhados sem que o ambiente estivesse úmido, foi interpretada como conduta "potencialmente apta a comprometer vestígios periciais relevantes". *Fundamentos da prisão preventiva* A decisão do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJMSP) foi fundamentada na garantia da ordem pública, na conveniência da instrução criminal e na necessidade de preservação da hierarquia e disciplina militares. O órgão também identificou risco de interferência nas investigações, incluindo a possibilidade de influência do oficial sobre testemunhas, dada sua posição hierárquica. O tenente-coronel deverá passar por audiência de custódia em até 24 horas após a prisão. Ele também será submetido a exame de corpo de delito e encaminhado a presídio destinado a policiais. A defesa do acusado ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.