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Você já percebeu como algumas relações alternam momentos intensos de conexão com afastamentos repentinos — e mesmo assim você continua preso(a)? Isso pode não ser amor. Pode ser reforço intermitente. Neste vídeo, você vai entender como funciona o mecanismo psicológico que cria dependência emocional através da imprevisibilidade. A mesma lógica estudada por B. F. Skinner no condicionamento operante explica por que recompensas emocionais inconsistentes podem fortalecer vínculos em vez de enfraquecê-los. Quando carinho e frieza se alternam, o cérebro passa a buscar a próxima validação como se fosse uma recompensa rara. Esse ciclo ativa padrões ligados à dopamina e à ansiedade, criando um apego que muitas vezes é confundido com intensidade ou paixão. Também vamos explorar como isso se conecta à teoria do apego de John Bowlby e por que pessoas com histórico de rejeição ou abandono podem ser mais vulneráveis a esse padrão. Se você já se perguntou: “Por que eu volto?” “Por que é tão difícil desapegar?” “Por que a instabilidade parece tão intensa?” Este vídeo vai te dar clareza. Assista até o final para entender como identificar o padrão e recuperar sua estabilidade emocional. Consciência interrompe ciclos. ________________________________ B. F. Skinner — estudos sobre condicionamento operante e esquemas de reforço variável, que demonstram como recompensas imprevisíveis aumentam a repetição de comportamento. Ivan Pavlov — base do condicionamento clássico, que ajuda a entender associação emocional a estímulos. Attached — aplicação contemporânea sobre padrões de apego e dinâmica relacional. John Bowlby — teoria do apego, que explica vulnerabilidades emocionais ligadas à imprevisibilidade afetiva. Pesquisas em neurociência sobre dopamina e recompensas imprevisíveis, amplamente associadas a estudos sobre vício comportamental e jogos de azar.