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09 de março - O inconsciente coletivo patriarcal – o movimento feminista é a possibilidade para acabar com o sexismo, não é proposta de guerra entre gêneros Nesta livepodcasting nos propomos a tocar em questões que ainda permanecem incômodas para os grupos teóricos da Psicologia Analítica. Quando Carl Gustav Jung formulou o conceito de inconsciente coletivo, descreveu-o como um reservatório universal de imagens arquetípicas. Entretanto, cabe questionar quais as narrativas têm sido produzidas e reproduzidas pela humanidade através da sua história. Ao pensarmos em inconsciente coletivo e América Latina, por exemplo, levando em consideração autoras como Rita Segato que aponta que o patriarcado na América Latina está intrinsecamente ligado à colonialidade ou Lelia Gonzales que propõe o conceito de amefricanidade, denunciando o apagamento de mulheres negras na construção do simbólico, nos questionamos, que imagens simbólicas são excluídas quando falamos de inconsciente coletivo? Portanto, assim como afirma Gloria Anzaldúa, propomos pensar a subjetividade como fronteira (borderlands) e, a partir disso, fomentar uma discussão sobre que novas imagens simbólicas emergem quando habitamos o entrelugar, o híbrido, o não-binário. Desejamos refletir sobre se o conceito de inconsciente coletivo, elaborado por Carl Gustav Jung, pode realmente ser pensado como neutro ou se ele carrega marcas de gênero, raça, classe e localização geopolítica. Portanto, quando abordarmos inconsciente coletivo patriarcal, estaremos nomeando uma hipótese provocativa, e se aquilo que chamamos de universal carrega, na verdade, a assinatura de homens brancos, europeus e burgueses? Estaríamos diante de um inconsciente coletivo atravessado pelo racismo e o machismo estruturais? Inspiradas na provocação de Rowland, partimos da pergunta, como identificamos, no cotidiano, essa marca patriarcal nas instituições que consideramos neutras como a ciência, o direito, a medicina e até mesmo a linguagem? O que acontece com as experiências daqueles e daquelas que ficaram à margem dessa definição de humanidade? Assim como, discutiremos a possibilidade de reimaginar esse inconsciente a partir de epistemologias feministas, descoloniais e interseccionais, levando em consideração que novas imagens simbólicas emergem das lutas feministas contemporâneas e sobre o que muda quando reconhecemos que o inconsciente coletivo não é fixo, mas histórico e transformável. Portanto, refletiremos sobre se o feminismo pode ser compreendido como uma força simbólica capaz de reconfigurar o imaginário coletivo. Não é uma proposta de guerra entre os gêneros, é uma proposta de ampliação de consciência, de reflexão sobre, se o sexismo é estrutural, a transformação também precisa ser simbólica, cultural e psíquica. Sendo assim, a nossa discussão partirá da compreensão de que o movimento feminista pode ser entendido como uma potência criadora de novas imagens, novos mitos e novas possibilidades de existir, não para excluir, mas para incluir, não para dividir, mas para transformar. Convidamos vocês a virem refletir conosco.