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O senador Rogério Marinho (PL-RN) fez nesta semana um discurso com duras críticas ao PT durante sessão da CPMI que apura fraudes no INSS. Ao comentar o depoimento de uma testemunha identificada como Aline, ele afirmou que a depoente seria “funcionária subalterna” de uma estrutura criminosa ligada a Antônio Camilo e sugeriu que novas perguntas não acrescentariam ao trabalho da comissão. Marinho pediu ao presidente e ao relator que a CPMI concentre esforços na apuração de irregularidades envolvendo empréstimos consignados, argumentando que o prazo de funcionamento do colegiado está perto do fim e que há tentativa de “cortina de fumaça” para desviar o foco. Ele também defendeu a prorrogação dos trabalhos e disse que a oposição vai apoiar o requerimento para estender o prazo. No trecho mais duro, o senador acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de mentir ao dizer que o governo teria determinado a investigação. Para Marinho, o Executivo teria sido “conivente, cúmplice e omisso”, e a apuração teria avançado apenas após reportagens na imprensa, abertura de inquérito pela Polícia Federal e decisões judiciais que afastaram servidores, apesar de, segundo ele, resistência do então ministro Carlos Lupi. O parlamentar também rechaçou a narrativa de que as fraudes teriam começado em 2019, citando casos e suspeitas anteriores e mencionando que nomes apontados como parte da “espinha dorsal” do INSS teriam sido alçados a cargos relevantes em gestões petistas. No mesmo pronunciamento, Marinho afirmou que o esquema teria beneficiado sindicatos e associações e pediu que a CPMI identifique culpados na burocracia, entre operadores privados e no sistema político que, segundo ele, deu sustentação ao modelo. Ao final, o senador criticou o que chamou de “inversão de valores morais” e mencionou declaração do ministro Ricardo Lewandowski sobre não ver conflito de interesse envolvendo atuação profissional de um familiar. Para Marinho, mesmo que situações sejam legais, não seriam necessariamente morais, e o tema deveria ser enfrentado com mais rigor pelas instituições.