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Geralmente, justificamos nossos excessos, erros e pecados apontando para as circunstâncias externas. Mas, pela graça de Deus, não posso me esconder atrás dessa desculpa, porque um dia li o que Amy Carmichael escreveu em seu livro If [Se]: "Um cálice transbordante de doçura não derramará nem uma gota de água amarga, não importando quão repentinamente seja balançado.” (1966, If) Essa pequena frase me atingiu profundamente e tem me ajudado a lidar com meus próprios pecados, entendendo que eles vêm do meu próprio coração, e isso, muitas vezes, assusta. Mas é fundamental reconhecermos isso para lidarmos com o nosso pecado de forma honesta. Situações-limite nos testam, nos desafiam e não nos permitem esconder o conteúdo do nosso coração. O balançar do cálice revela seu conteúdo; não o altera. Circunstâncias externas não mudam nosso coração; apenas expõem mais claramente o que já está nele. O livro de Rute começa com uma dessas situações-limite. Estamos na época dos juízes, período em que cada um fazia o que parecia bom aos seus próprios olhos. Além disso, estamos em um período de fome em Belém. Nesse contexto desafiador, vemos a escolha de uma família de se mudar para Moabe, dificuldades, tragédias e escolhas. É sobre isso que vamos refletir na primeira exposição do livro de Rute. Nossa exposição está dividida em três partes: primeiro, tempos difíceis (Rute 1:1a), para compreender melhor o contexto; depois, escolhas em tempos difíceis (Rute 1:1b-2), analisando a decisão de Elimeleque e sua família; e, por fim, tragédias (Rute 1:3-5), buscando enxergar a graça de Deus mesmo em meio às tragédias que nós criamos.