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Material encontrado no livro do Espirito Joanna de Ângelis, em parceria com o médium Divaldo Pereira Franco, intitulado Conflitos Existenciais. Encerrando; Nada obstante a coragem expresse o nível moral de cada indivíduo, podemos dilatar o conceito para a análise daquela de natureza física, identificada nos transes desencadeados pelas enfermidades, pelos acidentes dilaceradores... Muitos pacientes demonstram coragem diante de doenças devastadoras, enquanto outros deixam-se arrastar por desesperação incontrolável. Merecem, no entanto, as duas atitudes, algumas considerações. No primeiro caso, a pessoa pode ser constituída de grande resistência orgânica, de menor sensibilidade, que dificultam a manifestação das dores acerbas. No segundo caso, conflitos emocionais que desestruturam o comportamento, abrem espaço para que os fenômenos aflitivos, dores e padecimentos, assumam uma gravidade que, em realidade, não existe. O próprio desconserto emocional contribui para a exacerbação da sensibilidade, transformando-se em aflição desmedida. Em ambos os casos, no entanto, o equilíbrio moral faculta a coragem ou retira-a durante a injunção aflitiva. Na fase, porém, das ocorrências morais, aquelas que ferem os sentimentos que geram perturbação no raciocínio e ameaçam o equilíbrio mental, é que a coragem faz-se testada. Nesse caso, torna-se constituída pelos elementos da autoconsciência, da compreensão do seu significado existencial e do raciocínio lógico para a diluição do gravame, diminuindo-lhe o significado. Reconhecendo-se vítima, ou identificando-se como vitimado circunstancialmente pelo ocorrido, a coragem moral acalma as reações orgânicas, evitando que os sentimentos contraditórios da mágoa, do revide, do ódio se lhe instalem nos painéis da emoção, gerando tumultos íntimos. A coragem deve ser exercitada em pequenas ocorrências e diferentes cometimentos. Aceitar o insucesso como uma experiência necessária para assegurar futura vitória, faculta e estimula a coragem para novos tentames. A consideração em torno da fragilidade pessoal, tendo em vista a vigilância, dispõe a um comportamento linear e estável de harmonia diante de infortúnios ou de alegrias no transcurso da existência. Assumir a identidade pessoal, evitando a conduta-espelho, que reflete os outros em detrimento de si mesmo, propicia coragem para prosseguir de ânimo forte. Logo surgem as manifestações secundárias da coragem, como servir sem preocupação de encontrar-se bem no contexto social, de fazer o conveniente em detrimento daquilo que deve, adquirindo harmonia interior, que resulta do fenômeno da consciência tranquila. Confunde-se coragem com intemperança, agressividade, intempestividade, que são, não poucas vezes, reações do medo expresso ou escamoteado. A coragem é também terapêutica, porque estimula ao trabalho, à realização de obras dignificadoras, mesmo quando as circunstâncias se fazem desfavoráveis. Quando se apresentem na conduta receios infundados, insegurança para decidir, dificuldades para comportar-se em equilíbrio, subjazem fenômenos psicológicos de ansiedade e culpa não diluídas. Recursos psicoterapêuticos devem ser buscados, a fim de propiciar a coragem, o valor moral para auto avaliação, sem pieguismo, e transformação interior para melhor, sem pressa. Como corolário da coragem moral superior, o amor desempenha uma função primordial naquele que se candidata à aquisição da harmonia no processo da sua evolução.