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O fado intitulado “Lucinda Camareira” é um dos temas clássicos do universo fadista. A letra é de Henrique Rego, um poeta do fado que transpôs para a canção nacional poemas de fino recorte e que nos remete para um mergulho no tempo de uma cidade de Lisboa povoada de personagens ricas em vivências tão ao jeito do fado. A música, “Fado Bailarico”, tem autoria de Alfredo Marceneiro. Contudo, à época esta música esteve rodeada por alguma controvérsia pois um outro autor, Daniel J. Martins, também reclamava a autoria da música. Contudo, o Mestre Alfredo Marceneiro, acabou por ganhar o processo dado o número de testemunhas que arrolou e que atestaram que ele era o verdadeiro criador do “Fado Bailarico”. Acompanham os fadistas, Pedro Viana (guitarra portuguesa) , Bernardo Viana (guitarra acústica de seis cordas) e Francisco Gaspar (baixo acústico). LETRA: [Canta Raquel Tavares] A Lucinda camareira Era a moça mais ladina Mais formosa, mais brejeira Do café da Marcelina [Canta Francisco Moreira] De maneira graciosa Sobre um lindo penteado Trazia sempre uma rosa Cor de rosa avermelhado [Canta Luís Carlos] Eu vivi enfeitiçado Por aquela feiticeira Que airosamente ligeira Servia de mesa em mesa Tinha feições de princesa A Lucinda camareira [Canta Diogo Ferreira] Primando pela brancura O seu avental de folhos Realçava-lhe a negrura Encantadora dos olhos [Canta Raquel Tavares] Nem desgostos nem abrolhos Sofrera desde menina Que apesar de libertina Orgulhosa e perturbante No velho café cantante Era a moça mais ladina [Canta Francisco Moreira] Os marialvas em tipoias Vinham da baixa num salto Ver a mais linda das jóias Aos cafés do Bairro Alto [Canta Luís Carlos] A camareira que exalta De tão singular maneira Era amada pela cegueira Que a palavra amor requer Para mim era a mulher Mais formosa e mais brejeira [Canta Diogo Ferreira] Uma noite de fim de ano Em que certo cantador Cantava ao som do piano Cantigas feitas de amor [Todos: Raquel Tavares|Luís Carlos|Francisco Moreira|Diogo Ferreira] Um cigano alquilador De tez bronzeada e fina Por afortunada sina A Lucinda conquistou E para sempre a levou Do café da Marcelina