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A diferença de mentalidade entre alemães e brasileiros pode ser observada em diversas esferas da vida social. De modo geral, costuma-se considerar que os alemães tendem a ser mais racionais, pautando suas decisões pelo planejamento, pela disciplina e pela eficiência, enquanto os brasileiros são, em grande parte, mais emocionais, guiando-se por vínculos afetivos, improvisação e flexibilidade diante das circunstâncias. Essa distinção cultural tem impacto direto no desenvolvimento de cada país: na Alemanha, a racionalidade coletiva contribui para a organização social e econômica; no Brasil, a emotividade favorece a criatividade e a resiliência, mas também pode gerar instabilidade e menor previsibilidade em políticas públicas e práticas administrativas. A obra “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, de Max Weber, apresenta a tese de que determinados valores oriundos do protestantismo — especialmente a disciplina, a valorização do trabalho e a racionalidade na vida econômica — contribuíram de forma decisiva para a consolidação do capitalismo moderno. No contexto alemão, tais ideias encontraram terreno propício, pois dialogavam com a tradição de ordem e eficiência que marcou parte da cultura germânica, favorecendo o desenvolvimento econômico e social do país. Quanto ao terreno e clima, a Alemanha e o Brasil apresentam contrastes evidentes. O território alemão possui estações bem definidas, com invernos rigorosos e verões curtos, o que exige planejamento agrícola e adaptação tecnológica. Já o Brasil, situado em zona predominantemente tropical, dispõe de solos férteis em várias regiões e um regime climático que alterna chuvas intensas e secas prolongadas, fatores que determinam práticas agrícolas distintas e influenciam diretamente os modos de vida. No que se refere à infraestrutura ferroviária, a Alemanha incorporou cedo a ferrovia como eixo de integração territorial e de estímulo à industrialização, transformando-a em pilar estratégico para o transporte de cargas e passageiros. O Brasil, por sua vez, apesar de ter iniciado um projeto ferroviário ainda no século XIX, não deu continuidade consistente a esse modelo, priorizando posteriormente o modal rodoviário. Tal diferença representa um fator limitador ao desenvolvimento econômico brasileiro, dado que as ferrovias oferecem eficiência, baixo custo e integração nacional. A cultura dos jardins também ilustra distinções marcantes. Na Alemanha, o cultivo de jardins e a manutenção de áreas verdes urbanas fazem parte de uma tradição consolidada, associada à valorização da ordem, da estética e da convivência comunitária. No Brasil, embora existam praças e jardins residenciais, não se constituiu uma prática cultural amplamente difundida ou com raízes históricas profundas, sendo mais dependente de iniciativas individuais ou institucionais. A questão da cremação e dos cemitérios evidencia ainda outras diferenças culturais. Na Alemanha, a cremação é bastante comum, em parte por limitações de espaço nos cemitérios e também por uma visão mais pragmática em relação ao luto. Os cemitérios alemães, em geral, apresentam organização padronizada, áreas arborizadas e manutenção constante. No Brasil, a prática predominante continua sendo o sepultamento, fortemente influenciado por tradições religiosas. Os cemitérios brasileiros variam em estrutura e conservação, podendo ir de espaços simples a necrópoles luxuosas, sem um padrão uniforme.