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Título: O Ano da Graça Referência: Deuteronômio 13, 14, 15 e 16 💡 Chaves de Interpretação: Verso por Verso Intro: O Teste do Falso Profeta (Deuteronômio 13) 🎵 "Se o profeta fizer um sinal... / Mas te afastar do Deus real, / Não ouça a sua voz, não siga a ilusão. / A verdadeira fé transforma o coração." O capítulo 13 traz um alerta teológico profundo. Moisés adverte que o teste definitivo de um profeta (Navi [pronuncia-se Na-ví]) não é a sua capacidade de operar sinais ou maravilhas, mas a sua fidelidade teológica. Se alguém fizer um milagre real, mas usar isso para dizer "vamos seguir outros deuses", Israel deveria rejeitá-lo. Deus permite o falso sinal como um teste para ver se o povo ama o Senhor de todo o coração. O verdadeiro milagre é a transformação que nos aproxima do Deus verdadeiro. Verso 1: Identidade e a Festa do Dízimo (Deuteronômio 14) 🎵 "Não corte o seu corpo, você é filho de Deus! / Ele separou a mesa e os passos seus. / O dízimo não é um peso, é a festa da comunhão, / Pra sustentar o órfão, a viúva e o irmão! / A santidade vive no que você vai partilhar, / A sua identidade é a forma de amar!" Deuteronômio 14 começa lembrando Israel de sua identidade: "Filhos sois do Senhor vosso Deus". Por isso, eles não deveriam imitar os rituais pagãos de luto (como cortar o próprio corpo). Em seguida, Moisés aborda o dízimo (Ma'aser [pronuncia-se Ma-a-sér]). Diferente de como o dízimo é frequentemente visto hoje (apenas como uma taxa financeira), em Israel, o dízimo era também uma grande refeição comunitária perante Deus e, a cada três anos, era totalmente destinado ao sustento social dos levitas, dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas. Em Deuteronômio, a santidade de um povo não se mede apenas pelo que eles deixam de comer, mas pelo que eles decidem partilhar. Refrão: O Ano da Remissão e o Coração Generoso (Deuteronômio 15) 🎵 "Abra a sua mão! Chegou o ano da remissão! / Perdoe a dívida, liberte o seu irmão! / Não mande o escravo embora de mãos vazias, não! / Devolva a esperança, reparta o seu pão! / Você já foi escravo lá no Egito de dor, / Agora espalhe a graça e a riqueza do Senhor!" O ápice da graça na Lei de Moisés está aqui. A cada sete anos, ocorria o Ano da Remissão (Shemitá). Todas as dívidas entre os israelitas deveriam ser perdoadas e os escravos hebreus libertados. A ordem de Deus é enfática: "Livremente abrirás a tua mão" (v. 8). Mais do que apenas libertar o escravo, o senhor deveria suprimi-lo liberalmente com ovelhas, trigo e vinho (v. 14). O grande motivador dessa generosidade radical é a memória redentiva: "Lembra-te de que foste escravo na terra do Egito, e de que o Senhor teu Deus te resgatou". Fomos perdoados, logo, devemos perdoar. Verso 2: As Três Festas de Peregrinação (Deuteronômio 16:1-15) 🎵 "Três vezes no ano a nação vai parar! / A Páscoa sem fermento pra nos libertar! / A Festa das Semanas com a foice na mão, / Agradecendo a Deus a colheita do chão! / E na Festa das Cabanas, em tendas vamos morar, / Lembrando do deserto onde Ele veio nos guiar!" A nação tinha um calendário litúrgico focado em lembrar a providência divina através de três grandes festas (Shalosh Regalim): Páscoa (Pesach) e Pães Asmos: Celebra a libertação da escravidão do Egito (a salvação). Festa das Semanas (Shavuot/Pentecostes): Celebra os primeiros frutos da colheita do trigo (a provisão). Festa das Cabanas (Sukkot): Uma celebração onde o povo morava em tendas temporárias durante sete dias para lembrar que Deus os sustentou e guiou no deserto (a proteção e presença constante). Ponte: O Culto como Celebração (Deuteronômio 16:16-17) 🎵 "Ninguém apareça de mãos vazias perante o altar! / O culto é alegria, o culto é celebrar! / Quem muito recebeu, muito tem que doar... / A lei do nosso Deus ensina a festejar!" A orientação de Deus é "não aparecerão vazios perante o Senhor", mas cada um deve trazer uma dádiva de acordo com a bênção que recebeu. O tom exigido para essas festas é a alegria (Simchá [pronuncia-se Sim-rrá]). A religião de Israel não foi desenhada para ser um fardo de regras opressivas, mas uma série de festas comunitárias regadas a gratidão. O culto verdadeiro transborda em generosidade. Refrão e Outro: A Canção da Graça 🎵 "Abra a sua mão! Chegou o ano da remissão! / Perdoe a dívida, liberte o seu irmão! / Não mande o escravo embora de mãos vazias, não! / Devolva a esperança, reparta o seu pão! / Você já foi escravo lá no Egito de dor, / Agora espalhe a graça e a riqueza do Senhor! / Alegre-se! Celebre a provisão. / A graça de Deus é a nossa canção. / Abra a mão... liberte o irmão." A repetição do refrão consolida a mensagem central deste bloco: um povo que experimentou a redenção de Deus não pode viver com as mãos fechadas.