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Nesta aula da Universidade Livre SOBRAPA, a Coordenação SOBRAPA, através do Profº Siqueira, Psicanalista Clínico, promove uma reflexão clínica, ética e prática sobre o tema “Wilfred Bion e a psicanálise de grupo: pensamento, liderança e função continente”, em diálogo com o professor José Aparecido de Siqueira. O encontro aborda questões centrais da clínica contemporânea, da vida institucional e dos processos grupais em contextos como escolas, empresas, organizações e grupos terapêuticos. A aula parte da apresentação do percurso teórico de Wilfred Bion, destacando sua contribuição decisiva para a compreensão de como os grupos funcionam para além de seus objetivos conscientes. A partir da obra Experiências em Grupos, discute-se a diferença entre o grupo de trabalho, orientado para a tarefa, e os pressupostos básicos, movimentos inconscientes que emergem quando a ansiedade impede o pensar e o aprender. José Aparecido de Siqueira enfatiza que, para Bion, pensar não é algo natural, mas uma conquista psíquica que depende da capacidade de transformar experiências emocionais brutas em elementos simbólicos. Nesse sentido, são apresentados os conceitos de função alfa e função beta, fundamentais para compreender como a mente elabora — ou falha em elaborar — o sofrimento, o medo e a frustração. A discussão aprofunda a noção de continente e contido, destacando o papel ético do analista, do líder ou do professor como aquele que sustenta a ansiedade do grupo sem reagir de forma impulsiva. A liderança, nessa perspectiva, não se baseia em controle, carisma ou respostas prontas, mas na capacidade de tolerar o não saber e sustentar o enquadre necessário para que o pensamento possa emergir. Outro eixo central da aula é a análise dos pressupostos básicos descritos por Bion — dependência, ataque e fuga, e acasalamento — compreendidos como tentativas inconscientes do grupo de escapar da frustração e da responsabilidade pela tarefa. Esses movimentos são discutidos a partir de exemplos clínicos, escolares e organizacionais, evidenciando como, quando predominam, impedem a cooperação, o aprendizado e o pensamento crítico. A aula também articula a teoria bioniana com o contexto educacional, ressaltando que a escola, assim como qualquer instituição, é atravessada por dinâmicas inconscientes. O professor é compreendido como um líder que precisa sustentar limites, frustrações e a própria impossibilidade de saber tudo, para que o grupo não atue, mas possa pensar e aprender. O encontro reafirma a atualidade de Bion para a psicanálise contemporânea, especialmente na compreensão das falhas de simbolização, do sofrimento grupal e das patologias institucionais. Onde o pensar não é sustentado, o grupo atua; onde alguém sustenta o pensar, o grupo pode aprender. 📌 Temas abordados na aula: • Wilfred Bion e a psicanálise de grupo • Grupo de trabalho e pressupostos básicos • Função alfa e função beta • Continente e contido • Ataque e fuga, dependência e acasalamento • O não saber como posição ética • Liderança e função continente • Grupos, instituições e sofrimento psíquico • Aplicações na escola e nas organizações • Pensar versus atuar nos grupos ✨ Esta aula integra o percurso formativo da Universidade Livre SOBRAPA, reafirmando o compromisso com uma psicanálise contemporânea, ética e comprometida com a clínica, a educação e os desafios institucionais do nosso tempo. 👉 Associe-se à SOBRAPA e participe das aulas, supervisões e rodas de conversa: https://forms.gle/hn4oarn1k5rEdP4B6 📲 Informações e contato: (12) 99139-4270 (WhatsApp) #Psicanálise #Bion #PsicanáliseDeGrupo #FunçãoAlfa #ContinenteEContido #SOBRAPA #UniversidadeLivreSOBRAPA #ClínicaPsicanalítica #Educação #SaúdeMental