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[Intro] Na rua da esquina Lá no beco mau Tá a loja mais ranhosa Chama-se Jalambipau (hey!) [Verse 1] Entro porta adentro Cheiro a plástico e bafio Um dragão de porcelana E um peru cor-de-anil Meias com brilhantes Pilas de borracha ao mil Telemóveis que apitam Só quando passa o carril Atrás do balcão parado Um gajo com ar brutal Africano bem troncudo Mas a boca… é mortal Quando abre aquele sorriso Até o galo cai do pau Cheira a peixe com cinzeiro E a cerveja de natal [Pre-Chorus] Digo “ó chefe Homem santo Vende lá esse aparato” Ele cospe cada consoante Parece ácido no casaco [Chorus] Jalambipau Jalambipau Loja marada do caralho Comprei comando universal E só apanha canal de pau Jalambipau Jalambipau Televisão virou sarau Meti no futebol Deu karaté Foda-se Isto é surreal [Verse 2] Queria ver bola e novela Um bocadinho de normal Mas o comando é feiticeiro Só me mete em festival Canal um Pontapé na testa Canal dois Grito animal Canal três Velhas aos saltos Num torneio municipal Carrego no “mute” à pressa Pra não ouvir o narrador Em vez de silêncio vem Um chinês a gritar “yaaah” de dor Meti legendas portuguesas Pra tentar safar a cor Veio um poema de receitas De dumplings com frango e louro [Pre-Chorus] Penso “fui bem enganado Por este artista lixado” O gajo ri-se todo babado Com hálito radioactivo Fodido [Chorus] Jalambipau Jalambipau Loja marada do caralho Comando diz que é universal Mas só comanda o samurai total Jalambipau Jalambipau Até o ecrã ficou bestial Quero ver a telenovela E levo é murro abdominal [Verse 3] Volto lá todo fodido Com o comando na mão Ele diz “amigo Tem magia É edição do dragão” Mostra-me um buda fluorescente Um tapete com pião Um gato que abana a pata E solta cheiro a camarão Digo “ó cota Não gozes Devolve-me lá o pilim” Ele abre mais a boca Vem tufão de alho e gin Sinto as sobrancelhas fritas Cada sílaba é um clarim Se este cabrão volta a falar Derrubei metade de Beijim [Pre-Chorus] Digo “chega de paleio Já me dói o coração Ou me dás outro comando Ou levas nisto Cabrão” [Chorus] Jalambipau Jalambipau Circo chinês em Portugal Comando parece feiticeiro Só me dá pancada visual Jalambipau Jalambipau Loja de humor ilegal Cada compra é um castigo Cada troco é um funeral [Bridge] [Batida abranda Acordeão maroto] Ele faz pose de mestre Tipo filme manhoso de bar Mete os dedos em garra Começa a praguejar Mas o bafo vem à frente Quase me manda desmaiar Penso “se não o calo já Nunca mais vou respirar” Então dou-lhe só um toquezinho Assim meio educado Um encosto de cotovelo Um chega pra lá mais pesado O homem roda Tropeça Cai em cima do teclado A televisão lá de casa Ganha mais um canal lixado