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O senador Eduardo Gomes (PL-TO), primeiro-vice-presidente do Senado, afirmou, em entrevista ao Papo com Editor, do Broadcast Político, que o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “não é assunto para ser resolvido em palanque” eleitoral, mas por meio do diálogo institucional. Filiado ao PL, partido que vocaliza o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, Gomes diz que discutir impeachmen O senador Eduardo Gomes (PL-TO), primeiro-vice-presidente do Senado, afirmou, em entrevista ao Papo com Editor, do Broadcast Político, que o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “não é assunto para ser resolvido em palanque” eleitoral, mas por meio do diálogo institucional. Filiado ao PL, partido que vocaliza o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, Gomes diz que discutir impeachment de ministros é importante, mas não deveria ser o assunto dominante no pleito de outubro. “Não é um assunto que seja resolvido em palanque. Muitos parlamentares que fazem campanha só com essa pauta tendem a levar o eleitor a uma impressão que é diferente do fato concreto. [...] É um tema importante, só não é uma eleição monotemática, tem muita coisa para se discutir”, declarou. O senador do PL do Tocantins criticou o radicalismo e defendeu que o partido faça uma autocrítica e aprimoramentos caso volte à Presidência em 2027: “O radicalismo leva todos nós a uma necessidade profunda de autocrítica. Tenho certeza de que, se o presidente Bolsonaro e nós do PL tivéssemos uma outra oportunidade, teríamos algumas mudanças a apresentar no governo em relação ao que foi feito durante os quatro anos. O aprimoramento, a autocrítica em si.” Gomes defendeu a candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e disse acreditar que o colega terá uma atitude diferente da do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e terá mais influência nas definições políticas nos Estados.