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Novus Capital vê espaço para um ciclo de corte de até 300 pontos-base na taxa básica de juros, levando a Selic do patamar atual de cerca de 15% para próximo de 12%, em um cenário de desaceleração da inflação e câmbio mais favorável. Os fatores externos, como a volatilidade do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio, podem gerar ruídos no curto prazo, mas ainda não mudam a perspectiva dos gestores da casa. "O movimento global, com um cenário de dólar fraco, está favorecendo e o Banco Central vai aproveitar essa janela, mesmo com a volatilidade que temos visto com a guerra. [A guerra] passando, o petróleo volta para onde estava. Vai ser apenas um soluço na inflação de curto prazo. Continuamos trabalhando com [cenário de] 300 pontos-base", afirmou Luiz Eduardo Portella, sócio fundador e co-CIO Macro da Novus Capital, entrevistado do programa Cabeça de Gestor desta quinzena. Para os prazos mais longos, a dinâmica é diferente. Na avaliação de Portella, o prêmio embutido na curva de juros reflete principalmente as incertezas fiscais e a indefinição sobre o compromisso do próximo governo com o controle de gastos. "Esse prêmio de risco na parte longa está muito ligado à dúvida sobre qual será a política fiscal depois da eleição", afirma o gestor.