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Derivativos e opções, eventualmente associados a alavancagem excessiva, hoje podem representar ferramentas centrais de proteção e eficiência para carteiras de crédito, especialmente no mercado internacional. A avaliação é de Rafael Basso, gestor de crédito internacional da AZ Quest, e entrevistado do programa Cabeça de Gestor desta quinzena. Segundo ele, o custo atual das opções torna o hedge "barato" e estratégico para suavizar a volatilidade da cota, sem abrir mão do carrego do crédito. Basso explica que, diferentemente do mercado local, o universo offshore oferece uma gama muito mais ampla de instrumentos, como CDS (indicador utilizado no mercado internacional para medir a percepção de risco) soberanos e corporativos, índices de CDS (CDX) e estruturas com opções. "O CDS funciona como um seguro", explica o gestor, acrescentando que se paga um prêmio e, em caso de default, o risco é transferido para a contraparte. A estratégia da AZ Quest combina bonds (títulos corporativos) com derivativos, priorizando a diversificação geográfica e setorial. Hoje, cerca de 40% a 45% do risco está em emissores brasileiros, com o restante distribuído entre América Latina, Europa, África e América do Norte. O gestor cita exposições em países como México, Peru, Colômbia, além de casos menos óbvios, como Gana, Moçambique, países nórdicos e Canadá. Setorialmente, petróleo tem peso relevante, mas sem concentração rígida, destaca Basso. E esse é um exemplo do uso de derivativos. Em cenários de estresse, a proteção vem via opções de petróleo futuro, reduzindo impactos negativos sobre empresas de refino e exploração. Basso ressalta ainda que o objetivo do fundo é subir nos anos bons e, sobretudo, cair pouco nos anos ruins. Com spreads de crédito próximos das mínimas históricas e volatilidade implícita baixa, ele avalia que o custo do hedge compensa. "Abrir mão de uma pequena parcela do carrego para proteger o cotista faz muito sentido." Por fim, o gestor destaca o olhar atento para tecnologia e inteligência artificial. Ele cita a recente emissão da Alphabet com vencimento em 100 anos como sinal da profundidade do mercado, e diz monitorar projetos ligados a IA, especialmente emissões com propósito específico, que podem oferecer prêmio adicional. "As oportunidades vão aparecer, e quando fizer sentido, a gente entra", observa. A entrevista completa do programa Cabeça de Gestor já está disponível em seu terminal Broadcast+, na aba Broadcast TV. Contato: bruna.camargo@estadao.com