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Livro: João Capítulo: 4 Versão: Almeida Revista e Atualizada 00:00 Reflexão 00:47 Leitura do capítulo 📘 Introdução: O capítulo 4 de João narra encontros transformadores: a conversão de uma mulher samaritana marginalizada e a cura do filho de um oficial real. Ele revela Jesus como o Messias que transcende barreiras étnicas e sociais, oferecendo água viva e restaurando a vida. 📝 Resumo: Jesus, em Samaria, pede água a uma mulher e revela Sua identidade como o Messias, oferecendo "água viva". Ela crê e evangeliza sua cidade (vs. 1-30). Jesus ensina os discípulos sobre a "ceifa espiritual" (vs. 31-38). Muitos samaritanos crêem nEle (vs. 39-42). Na Galileia, cura o filho de um oficial à distância, com uma palavra, fortalecendo a fé da família (vs. 43-54). 💭 Dados curiosos para o estudo de João 4 1. Jesus Atravessa a Samaria (v. 1-4) João nota que Jesus "tinha de passar por Samaria". Esta não era uma necessidade geográfica (judeus piedosos costumavam desviar pela Transjordânia para evitar o território "impuro"), mas uma necessidade divina (dei). O encontro com a samaritana fazia parte do plano missionário de Deus. 2. A Hora da Conversa (v. 6) A cena ocorre por volta da "hora sexta" (meio-dia, pelo horário romano). Era o pico do calor, o horário menos comum para buscar água. A mulher provavelmente ia sozinha neste horário para evitar as outras mulheres da aldeia, devido à sua reputação. 3. "Dá-me de Beber" (v. 7) Jesus inicia a conversa pedindo um favor. Para uma mulher samaritana, um judeu do sexo masculino iniciar um diálogo público era duplamente chocante: 1) Judeus não se misturavam com samaritanos; 2) Um rabi não falava publicamente com uma mulher. Jesus quebra duas barreiras sociais de uma vez. 4. "Poço de Jacó" (v. 6) O poço era um local histórico, associado ao patriarca Jacó (Gn 33:19). Sua profundidade (cerca de 30 metros) garantia água mesmo no verão. A menção cria um contraste entre a herança física (o poço) e a herança espiritual que Jesus oferece. 5. "Água Viva" (v. 10) A expressão "água viva", no contexto palestino, significava água corrente (de fonte ou riacho), superior à água parada de cisternas. Jesus a usa como metáfora da vida eterna e do Espírito Santo (v.14; 7:38-39) que Ele dá. 6. A Revelação Progressiva (v. 16-19) Jesus pede que ela chame seu "marido". Sua resposta ("Não tenho marido") é tecnicamente verdadeira, mas omissa. Jesus revela sua situação: "cinco maridos tiveste, e esse que agora tens não é teu marido". A revelação específica convence-a de que Ele é um "profeta". O diálogo mostra a convicção gentil, mas direta, de Jesus. 7. "Nem Neste Monte, Nem em Jerusalém" (v. 21-24) A mulher levanta a questão teológica central da divisão judaico-samaritana: o local correto de adoração (Monte Gerizim x Jerusalém). Jesus declara que a verdadeira adoração não é sobre lugar, mas sobre espírito e verdade. Deus é "espírito", portanto, transcende toda localização geográfica. 8. "Eu Sou, Eu que Falo Contigo" (v. 26) Pela primeira vez no evangelho, Jesus faz uma declaração aberta e cristalina de sua identidade messiânica: "Eu o sou, eu que falo contigo". A fórmula "Eu Sou" (Egō eimi) também ecoa o nome divino de Êxodo 3:14. Ele faz esta revelação a uma mulher samaritana de má reputação. 9. A Colheita Espiritual (v. 31-38) Enquanto os discípulos se preocupam com comida física, Jesus fala de uma colheita espiritual pronta ("erguei os olhos e vede..."). O princípio é: "Um é o que semeia, e outro, o que ceifa". Os discípulos colheriam onde outros (inclusive Jesus e os profetas) haviam semeado. A obra missionária é cooperativa e geracional. 10. O Testemunho da Mulher (v. 39) A mulher se torna uma missionária eficaz em sua cidade. Seu testemunho é simples: "Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?". Sua abordagem interrogativa convida à investigação, não impõe uma conclusão. Muitos creram "por causa da sua palavra". 11. "A Tua Fé Salvou-te" (v. 46-53) O segundo sinal em Caná é a cura do filho de um oficial do rei (funcionário de Herodes). A fé do homem evolui de uma crença que exige sinais ("desce, antes que meu filho morra") para uma fé que cria na palavra de Jesus ("Vai, o teu filho vive"). Ele crê na palavra e descobre depois que a cura aconteceu exatamente naquela hora. Sua fé amadureceu e salvou sua família.