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Material encontrado no livro do Espirito Joanna de Ângelis, em parceria com o médium Divaldo Pereira Franco, intitulado Conflitos Existenciais. Continuando; Em cada etapa da evolução do ser, o amor experiência manifestações pertinentes ao próprio processo. Dos impulsos desconexos da proteção às crias, na fase animal, esse psiquismo avança na escala evolutiva sob a contribuição dos sentimentos de defesa e de orientação que surgem nos primórdios da razão, embora sob os impositivos da dor. O medo, que predomina na natureza animal, transfere-se para o ser humano, que aprende a submeter-se, de modo a poupar-se aos sofrimentos, a diminuir as aflições. A domesticação da fera transforma-se em educação do indivíduo humano e social, que aprende a discernir e a compreender o significado, o sentido psicológico e real da existência. Paulatinamente, a sensação do prazer cresce para tornar-se emoção de paz e de felicidade, fundindo a manifestação sensorial em expressão de sentimento que avança da fase física para a psíquica e emocional, através dos feixes nervosos que compõem o corpo sob o comando do Espírito em pleno desenvolvimento. O amor possessivo, herança do pretérito, pode passar pelos dissabores das enfermidades emocionais, levando ao crime, em razão do ciúme, da insegurança, da ausência de autoestima, de desconforto moral. Esse desenvolvimento ocorre mediante a contribuição moral do esforço para que o indivíduo adquira independência, seja capaz de amar, após exercitar-se no auto amor, superando os conflitos da insegurança, do medo, das resistências à entrega. Jornadeando na infância emocional, o ser imaturo deseja receber sem dar, ou quando oferece, espera a retribuição imediata, compensadora e fácil. Somente após descobrir que a vida é portadora de muitos milagres de doação em todos os aspectos em que se apresente, é que o Self discerne, deixando de ter necessidade de receber para poder regatear emocionalmente, identificando a excelência do ato de amor sem restrições, sem as exigências egoicas que descaracterizam o ato de amar. O amor é a mais elevada e digna realização do Self, que se identifica plenamente com os valores da vida, passando a expandir-se em formas de edificação em todas as partes. Os atavismos ancestrais, no entanto, estabelecem parâmetros a respeito do sentimento de amor, que não correspondem à realidade, por serem manifestações ainda primárias dos períodos antropológicos vencidos, mas não superados. Processos educativos castradores, métodos coercitivos de orientação emocional desenvolvem no adolescente e aprofundam mais tarde, nos adultos, conflitos que não existiam na infância, gerando medo, ansiedade e desconfiança em relação às demais criaturas e à sociedade em geral. A espontaneidade infantil que existia no âmago do Self cede lugar à hipocrisia adulta, à negociação para estar bem, mediante o engodo e a promessa, longe do comportamento natural e afetuoso que deve viger no amor. As expectativas de quem ama são decorrentes da visão distorcida da realidade afetuosa, esperando plenificar-se com a presença de outtem, esquecendo-se de que ninguém pode proporcionar ao ser mais amado aquilo que não foi gerado nele mesmo. Pode oferecer-lhe estímulos valiosos para o encontro do que já possui em germe, mas não pode transferir-lhe, por mais que o deseje. Da mesma forma, não se consegue infelicitar senão àquele que já mantém o conflito da desarmonia interior, embora submerso em neblina, que vai dissipada pelo calor da realidade, que é a exteriorização do outro conforme é, e não consoante a imagem que se lhe fez. Na experiência do amor, é indispensável o auto enriquecimento, a fim de poder entender e sentir a manifestação afetuosa do outro que lhe comparte as alegrias e que lhe reparte as satisfações. A viagem do amor é sempre de dentro para fora, sem ornamentos exteriores, que muitas vezes disfarçam-lhe a ausência em face dos conflitos nos quais o indivíduo se encontra mergulhado. Por imaturidade psicológica, as pessoas fingem amar, sonham que amam, permutando brindes, que muito bem foram definidos por Erich Fromm e outros autores como a orientação para transações. Acostumadas a negociar, pensam que a experiência do amor deve ser revestida de outros interesses que despertem cobiça e facultem a ansiedade de lucros. Por isso não são capazes de amar realmente, mesmo quando o desejam vitimadas pelo medo de serem ludibriadas, feridas no sentimento, abandonadas ao se entregarem... Há um esquecimento em torno da emoção de que se pode amar e se deve amar, porém, nunca amar por necessidade de ter um amor. Por essa razão, o amor resulta de um estado de amadurecimento psicológico do ser humano, que deve treinar as emoções, partilhando os sentimentos com tudo e com todos. Quando se ama um cão, um gato ou outro animal qualquer, nunca se espera que ele seja algo diferente da própria estrutura ou que alcance um nível impossível na sua faixa evolutiva. Todavia, quando se ama a outrem, no nível de humanidade...