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O Café Cultural conversou com a pedagoga e conselheira, Maria Luiza Wiederkehr que publica "Santa ou Puta?", um autorretrato literário como um apelo à libertação e valorização do ser e sentir sem amarras Quantos rótulos uma mulher pode ter em uma sociedade que impõe e espera tanto dela? Boa mãe ou negligente, espírito livre ou ‘encalhada’, comportada ou barraqueira, empática ou interesseira, Santa ou Puta? Em meio a esta dualidade que permeia a existência feminina que a autora incentiva as mulheres a serem e agirem sem amarras e repensarem o feminino como algo essencial para a própria autenticidade. Em forma de autorretrato, o lançamento propõe o despertar do amor-próprio, mas também reflexão sobre as pré-concepções despejadas diariamente sobre elas, enquanto tentam se encaixar e conquistar espaços na sociedade ainda patriarcal. Por isso, a autora impacta já no título, com o uso das figuras de imagem da “Santa” e da “Puta”, como metáforas para discutir o julgamento que acompanha a liberdade sexual feminina. O enredo é estruturado em três capítulos que misturam relatos pessoais e poesia, a partir de uma visão íntima e diversificada da experiência feminina. Acompanha a trajetória de uma mulher dividida entre os papéis de mãe, filha, esposa, amiga e profissional em confronto com as próprias inseguranças. Ela decide, então, viajar sozinha e se libertar das imposições, abraçar vontades e prazeres sem ligar para opiniões, cobranças ou estereótipos de gênero. A escrita intimista, leve e bem-humorada se conecta com as ilustrações da autora, feitas à mão como forma de expressão e desafogo. Assim como o quarto e último capítulo, que confere mais leveza à leitura ao celebrar a arte de cozinhar com amor, por meio de receitas familiares como pães, quindins, feijoada alemã e pratos especiais como o "Risoto da Sabedoria" para comer a dois, acompanhados pela "Caipirinha Brasileira" e a letra de um samba autoral. Os homens também são convidados a incluírem a sensibilidade e autonomia feminina em suas vidas, e se sentirem livres para chorar mais, sorrir mais e expressar sentimentos. A proposta é que, independentemente do gênero, as pessoas se livrem dos preconceitos, desafiem os papéis tradicionais e abracem uma versão autêntica de si, em contato com a feminilidade.