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O presente tema propõe uma reflexão crítica sobre o uso de expressões e performances que emergem do contexto militante trans, como o termo “emboycetar”, quando transportadas para espaços institucionais e científicos, como congressos de Psicologia. A discussão parte da tensão entre o ato político performativo e o ato ético do discurso clínico, buscando evidenciar os riscos da espetacularização da experiência trans em ambientes que deveriam priorizar a escuta, a elaboração simbólica e o rigor teórico. O termo “emboycetar” surge como tentativa de ressignificar a corporalidade transmasculina, subvertendo a lógica cisnormativa da linguagem. No entanto, quando inserido em contextos acadêmicos ou clínicos, pode acabar reproduzindo o mesmo reducionismo biológico que pretende combater, ao ancorar a identidade na genitália e deslocar o debate do campo do sujeito para o campo da anatomia. Na perspectiva ética da Psicologia, tal movimento levanta questionamentos sobre a responsabilidade do profissional frente às demandas da representatividade e da militância, lembrando que o compromisso do psicólogo deve ser com o sujeito do desejo, e não com o espetáculo da identidade. A performance pública, quando não mediada por reflexão, corre o risco de transformar o sofrimento em exibição, esvaziando o caráter clínico e epistemológico do debate. Assim, o tema propõe uma retomada da seriedade simbólica que o campo exige: pensar o corpo trans não como fetiche ou slogan, mas como território de linguagem, desejo e travessia subjetiva. A crítica aqui não recusa a potência política da militância, mas chama atenção para a necessidade de reconciliação entre ética, discurso e política, de modo que a Psicologia continue sendo um espaço de elaboração, e não de espetacularização da existência humana. #ética #psicologia #representatividadetrans #discurso #linguagem #performatividadedegênero #clínica #política #subjetividadetrans #emboycetar #críticasimbólica #éticaemilitância #psicanáliseegênero #corpoedesejo #responsabilidadeética #congressosdepsicologia #dignidadetrans #escutaclínica #epistemologiadapsicologia #fenomenologiadocorpo #identidadeediscurso