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Whatsapp para informações sobre acompanhamento psicológico - (81) 9-86213022 Instagram - caio.fernandinho Ser julgado é uma das experiências mais desorganizadoras da vida psíquica. Não porque o outro nos veja, mas porque nos veja de forma distorcida, nos reduza, nos leia a partir das próprias feridas. Quando isso acontece, algo muito profundo é acionado: a dúvida sobre quem somos. É aí que a relação deixa de ser encontro e passa a ser tribunal. Este vídeo fala sobre a importância da terapia justamente nesse ponto delicado: quando o olhar do outro começa a nos atravessar como sentença. A clínica não existe para ensinar respostas prontas, mas para devolver ao sujeito aquilo que ele começa a perder quando é constantemente julgado, a autoria da própria narrativa. Em terapia, aprendemos a distinguir o que é projeção do outro do que, de fato, nos pertence. Aprendemos a não incorporar acusações como identidade. Ser julgado repetidamente corrói o sono, a autoestima, o corpo. A pessoa começa a se explicar demais, a se defender o tempo todo, a viver em estado de suspeita sobre si mesma. A terapia funciona como um espaço ético onde a palavra pode existir sem ser usada contra você. Um lugar onde não há necessidade de convencer, apenas de compreender. Mais do que “fortalecer”, a terapia ajuda a amadurecer psiquicamente: sustentar quem se é mesmo quando o outro não reconhece, não valida ou não acredita. Isso não é indiferença, é discernimento. É aprender a deixar no outro o que é do outro, sem se abandonar para ser aceito. Este vídeo é um convite para refletir sobre relações em que o julgamento substitui o cuidado, e sobre como a terapia pode ser um gesto radical de preservação da própria subjetividade. Porque amar não deveria nos fazer desaparecer. E ser questionado pelo outro não pode significar perder a si mesmo. #Terapia #SaúdeMental #RelaçõesHumanas #Psicanálise #Autoconhecimento #MaturidadeEmocional #Relacionamentos #ProjeçãoPsíquica #Subjetividade #CuidadoEmocional #Psicologia #AmorSemApagamento