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O Big Bang não foi uma explosão. Essa é a primeira coisa que precisa ser dita — porque a imagem que quase todo mundo tem na cabeça quando ouve essas palavras é uma imagem errada. Não houve um ponto no espaço que explodiu espalhando matéria em todas as direções. O que houve foi o próprio espaço se expandindo. Não existe centro. Não existe lugar onde aconteceu. E a pergunta "o que veio antes?" pode não ter resposta — não porque seja difícil demais, mas porque pode não fazer sentido. Neste vídeo, investigamos o que a física que Richard Feynman ensinava realmente diz sobre o Big Bang, desmontando as imagens erradas e reconstruindo o entendimento do zero — como ele faria. Se o tempo nasceu com o universo, como a relatividade geral sugere, então "antes do Big Bang" é uma frase sem conteúdo físico. É como perguntar o que está ao sul do polo sul. As palavras fazem sentido individualmente, mas juntas formam uma pergunta que contém um erro de premissa. Feynman adorava identificar esse tipo de pergunta — perguntas que parecem profundas mas estão quebradas. O que a física sabe sobre os primeiros instantes é impressionante. Nos primeiros milionésimos de segundo, o universo era uma sopa de quarks e glúons — partículas fundamentais que Feynman entendia profundamente porque a cromodinâmica quântica que as descreve é prima da eletrodinâmica quântica pela qual ele ganhou o Nobel. Conforme o universo se expandiu e esfriou, quarks formaram prótons e nêutrons, que se fundiram em núcleos de hidrogênio e hélio na proporção exata de 75% e 25% — uma previsão teórica que a observação confirma com precisão extraordinária. Durante 380 mil anos, o universo foi opaco — a luz não conseguia viajar em linha reta. Quando os primeiros átomos neutros se formaram, a luz ficou livre pela primeira vez. Esses fótons ainda estão viajando e chegam de todas as direções como a radiação cósmica de fundo, detectada por acidente em 1965 por Penzias e Wilson — que inicialmente acharam que era interferência de fezes de pombo na antena. É literalmente uma fotografia do universo bebê. Mas a física não sabe tudo. Não sabe de onde vieram as leis que governam o universo. Se as leis são propriedades do universo, nasceram com ele — e usar as leis de causa e efeito para explicar a origem do universo é circular, porque causa e efeito são elas próprias parte do que nasceu. Feynman dizia que a ciência diz "como" e não "por quê" — descreve o que a natureza faz com precisão mas não explica por que faz isso e não outra coisa. E existe um mistério que Feynman considerava um dos mais profundos: o universo começou num estado de entropia extraordinariamente baixa. Extremamente organizado. A segunda lei diz que a desordem sempre aumenta — então por que o ponto de partida era tão especial? Ninguém sabe. E desse fato inexplicado depende tudo: a direção do tempo, a existência de processos irreversíveis, a vida, a memória, a capacidade de fazer essa pergunta. Feynman fazia uma distinção que muda tudo: existem perguntas sem resposta e perguntas sem sentido. As duas deixam a pessoa sem resposta, mas são radicalmente diferentes. "O que veio antes do Big Bang?" pode ser uma pergunta legítima cuja resposta exige uma física que ainda não existe — ou pode ser uma pergunta que não funciona porque "antes" não se aplica. A ciência ainda não sabe qual das duas é. E Feynman acharia essa incerteza não uma derrota, mas a posição mais honesta possível. — 📚 BIBLIOGRAFIA E FONTES Richard P. Feynman — "The Feynman Lectures on Physics", Vol. I (1965) — sobre termodinâmica, entropia e a direção do tempo Richard P. Feynman — "The Character of Physical Law" (1965) — sobre a natureza das leis físicas, a simetria temporal e a relação entre matemática e realidade Richard P. Feynman — "The Meaning of It All" (1998) — sobre incerteza, dúvida e os limites da ciência Richard P. Feynman — "QED: The Strange Theory of Light and Matter" (1985) — sobre eletrodinâmica quântica e a precisão das previsões da física Richard P. Feynman — "Feynman Lectures on Gravitation" (1995, publicado postumamente) — sobre a tentativa de quantizar a gravidade Albert Einstein — "Die Grundlage der allgemeinen Relativitätstheorie" (Annalen der Physik, 1916) — relatividade geral e a natureza do espaço-tempo — ⚠️ Nota de honestidade: Feynman nunca publicou uma teoria específica sobre o Big Bang ou sobre o que veio antes dele. Suas contribuições relevantes ao tema incluem o ensino da relatividade geral, da termodinâmica e da entropia nas Feynman Lectures, a tentativa de quantizar a gravidade nas Lectures on Gravitation, e suas reflexões sobre os limites do conhecimento científico em The Meaning of It All. Este vídeo usa a física e o modo de pensar que ele ensinava para examinar a questão. Nenhuma posição é atribuída a Feynman que ele não tenha tomado. — 🔔 Inscreva-se para mais investigações sobre ciência, física e as perguntas que ninguém responde com honestidade.