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Um dos maiores preconceitos que as pessoas com transtorno bipolar sofrem é quando elas têm sua fala desqualificada. Esse tema foi proposto aqui pela Adriana Korb, inscrita no canal (faça como ela, hein!) e é um tema muito importante. Todas as pessoas têm direito de ficarem bravas, ficarem magoadas, mas quando a pessoa já teve diagnóstico de bipolar ou algum outro problema psiquiátrico, parece que ela perde esse direito, passa a ser vista como café-com-leite, já percebeu? Um indivíduo uma vez jogou algo na cabeça do ministro italiano Berlusconi, mas descobriram que ele tinha transtorno bipolar. Pronto: foi noticiado como um sintoma da doença dele. Tentou-se esvaziar o contexto político e colocar na conta de um sintoma. Esse exemplo mostra como uma situação pode ganhar conotação política, mas você pode desqualificá-la automaticamente apontando que a pessoa tem transtorno mental. Um grande erro! Por que isso é ruim? Imagine que em toda discussão que você entrar, quando alguém discordar de você, essa pessoa classifique como sintoma de uma doença. A pessoa esvazia o seu direito de fala e de expressão. Isso objetifica uma pessoa – ela passa a querer não interagir mais. Isso agrava seus sintomas. Vejo que há dois grupos que fazem isso: um deles faz inconscientemente e outro faz sabendo, para diminuir mesmo a pessoa. Para o primeiro grupo, o importante é informação: eles precisam repensar seus conceitos e deixar os preconceitos de lado. Já para o segundo, a reação deve vir do paciente. Com autoconhecimento e empoderamento, você que tem transtorno mental pode ter voz ativa e afirmar suas opiniões. Mesmo quem tem depressão ou transtorno bipolar pode ficar triste, bravo. Deve sempre ter sua opinião, divergente ou não, colocada em uma discussão. Claro, quando é um paciente que está se tratando, pode acontecer de precisar de ajuste do remédio, ou de ajuste no tratamento. Só não dá pra colocar todas as divergências na conta do psiquiatra. O tema é fundamental e eu agradeço à Adriana que sugeriu. Sugira um vídeo aqui embaixo. Esse vídeo pode ajudar muita gente, então peço que você compartilhe para que menos pessoas sofram no mundo. ------------------------------- A gente se encontra nas minhas redes sociais: -- Facebook: / danielbarrospsiquiatra -- Instagram: / danielmbarros -- Twitter: / danielmbarros Daniel Martins de Barros RQE 62264 CRM/SP 100.674 Facebook: Daniel Barros Psiquiatra Instagram: @danielmbarros Twitter: @danielmbarros Daniel Martins de Barros RQE 62264 CRM/SP 100.674