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"A Verdade sobre o Dízimo e a Liberdade Cristã" "Muitos de nós fomos ensinados que o dízimo é uma obrigação financeira de 10% sobre tudo o que ganhamos, sob pena de maldição. Mas o que a Bíblia realmente diz quando analisada em seu contexto original? Hoje, vamos entender por que milhões de fiéis vivem sob um fardo de culpa que Jesus nunca impôs. O dízimo ensinado em muitas igrejas modernas não corresponde à verdade bíblica, e é hora de separar a tradição humana da Palavra de Deus." "No Antigo Testamento, o dízimo era um sistema agrícola e social dentro de uma teocracia específica: Israel. Ele consistia em alimentos — grãos e animais — destinados ao sustento dos levitas, órfãos e viúvas. Pescadores e artesãos não dizimavam; o dízimo era da terra. Quando lemos Malaquias 3:10, o 'roubo' citado era uma denúncia contra sacerdotes corruptos que retinham o mantimento dos necessitados. Jesus, em Mateus 23, criticou os fariseus por serem rigorosos no dízimo da hortelã, mas negligenciarem o principal: a justiça e a misericórdia." "Com o sacrifício de Cristo, o sistema de leis cerimoniais e o sacerdócio levítico foram encerrados. Hebreus 8:13 é claro: o antigo pacto envelheceu e foi superado. No Novo Testamento, Paulo nunca exigiu dízimos fixos. Pelo contrário, ele ensinou em 2 Coríntios 9:7 que cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama quem dá com alegria. A fé não é uma transação comercial; a cobrança fixa de 10% hoje é, muitas vezes, uma extorsão espiritual que ignora a liberdade em Cristo." "É cruel usar o medo para tirar dinheiro de quem tem a geladeira vazia. Dizer que 'é melhor dever ao banco do que a Deus' é terrorismo espiritual. Deus é Pai, não um cobrador de impostos. Ele quer misericórdia, não sacrifício autodestrutivo. Fidelidade a Deus não é sustentar sistemas religiosos luxuosos enquanto sua família sofre. Muitas instituições tornaram-se empresas focadas em arrecadação, esquecendo-se de que a igreja deve ser um local de transformação, e não de lucro." "A verdadeira espiritualidade financeira envolve sabedoria. Ser um bom mordomo de Deus significa: 1. Ter clareza de suas contas; 2. Cortar excessos emocionais; 3. Criar uma reserva de segurança. Deus nos deu inteligência para administrar. A generosidade deve ser consciente e planejada, não um ato de desespero baseado em promessas de 'semeadura' mágica que nunca chega. Ajude quem está ao seu redor, sustente sua casa com honra e contribua onde a verdade é pregada, sem coerção." "O dízimo voluntário de Abraão foi um gesto de gratidão, não uma lei. Hoje, somos convidados a viver essa mesma liberdade. Não deixe que a culpa ou a manipulação dominem sua fé. Se o sistema religioso em que você está se beneficia do seu sacrifício financeiro enquanto você se afunda em dívidas, algo está muito errado. Cristo nos libertou para amarmos e servirmos com alegria. Estude as Escrituras, busque a verdade e viva uma generosidade que nasce do amor, não do medo. Você é livre!"